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XT 660 2017

NOVA XT 660 2017 – Yamaha

A Yamaha Motor Corporation Ltd. foi fundada por Genichi Kawakami em 1955. De lá pra cá, foi construindo sua história com base na confiança entre seus usuários. O novo slogan global da empresa é a frase Revs Your Heart, que significa “Acelere Seu Coração”, e representa o desejo da marca em proporcionar emoção a seus clientes.
NOVA XT 660 2017
Slogan da Yamaha
E pelo sucesso de vendas, a Yamaha cumpre bem esse papel! Desenvolvendo conceitos originais e inovadores, com design único e produtos de qualidade absoluta, é uma das marcas mais queridas, principalmente entre os aventureiros no Brasil.

NOVA XT 660 2017 – Destaques

Não é à toa que a Yamaha XT 660 é líder de vendas na sua categoria. O modelo impressiona e tem agradado bastante os seus usuários pela sua versatilidade e tradição. Separamos para vocês os destaques da última versão, enquanto aguardamos o lançamento da nova XT 660 2017.
  • Motor de 660cc compact: muito torque e potência para qualquer tipo de terreno.
  • Injeção eletrônica: primeiro modelo nacional com sistema de injeção eletrônica de combustível, garantindo maior economia e desempenho.
  • Alta performance: freios a disco nas duas rodas e suspensão traseira monocross, com 5 regulagens de pressão na mola. Para a viagem ou para a aventura, esqueça a rotina do dia-a-dia.
  • Maior visibilidade: farol com multi-refletores de lente em policarbonato.
  • Painel digital e multifuncional: relógio, hodômetro total e parcial, e outras funções.
NOVA XT 660 2017
XT 660 2016 na estrada
Já que estamos aguardando o lançamento da NOVA XT 660 2017, podemos esperar semelhanças na ficha técnica da versão atual até que a ficha oficial do novo modelo seja divulgada. Abaixo você pode conferir a ficha técnica da XT660 2016:
  • Cilindrada real: 659,7cc
  • Potência máxima: 48 cv a 6.000 rpm
  • Torque máximo: 5,95 kgf.m a 5.500 rpm
  • Câmbio: 5 velocidades
  • Sistema de partida: Elétrica
  • Combustível: Gasolina
  • Bateria: 12V 8,6 Ah
  • Tipo do Chassi: Tipo Diamante
  • Capacidade do óleo do motor: 2,9 litros
  • Capacidade do tanque de combustível: 23 litros (reserva 5,8 litros)
  • Cores: Azul, Cinza
NOVA XT 660 2017
NOVA XT 660
NOVA XT 660 2017

NOVA XT 660 2017 – Preços e Consumo

Os usuários da XT 660 afirmam que o consumo varia entre 17 e 23 km/l. Isso dá uma autonomia de aproximadamente 300 km, visto que o tanque tem capacidade para 15 litros.
NOVA XT 660 2017
Quanto ao preço, a versão atual da XT 660R sai por volta de R$ 28.870,00. Para a próxima versão, está previsto uma subida de preço, devido às melhorias esperadas para a Nova XT 660 2017. Fique por dentro de todas as novidades de lançamento aqui no nosso site!

NOVA XT 660 2017 – Galeria de Fotos

Enquanto não sai do forno a Nova XT 660 2017, nós deixamos vocês com toda a beleza e imponência da versão 2016.

Honda XRE 300 2016 muda pouco e fica menos potente

Preço da moto passou de R$ 14.936 para R$ 15.560.

Potência teve leve redução de 26,3 cavalos para 25,6 cavalos.

Honda XRE 300 2016 (Foto: Divulgação)Honda XRE 300 2016 (Foto: Divulgação)
A Honda anunciou a chegada da XRE 300 2016 às concessionárias. Ao
contrário da CB 300R, que foi substituída pela CB Twister, a XRE, representante aventureira da linha 250/300 da marca, se manteve praticamente a mesma, mas teve que se adequar às novas regras de emissões de poluentes e perdeu um pouco de potência. O motor flex de 291,6 cc rende agora 25,6 cavalos e 2,8 kgfm - antes, chegava a 26,3 cavalos e 2,85 kgfm.


BMW terá fábrica de motos no Brasil e montará a G 310 R

Modelo de baixa cilindrada está previsto para o 2º semestre de 2016.
Projeto foi aprovado em Manaus e terá investimento de US$ 25,8 milhões.

A BMW terá sua própria fábrica de motos em Manaus para montar sua futura moto de baixa cilindrada, a G 310 R, revelada no Salão de Milão 2015.

Honda lança inédita trail compacta XRE 190

Honda XRE 190 2017
A Honda acaba de preencher uma lacuna existente em sua linha de trails compactas: a nova XRE 190 chega para ocupar o gap que havia entre a Bros 160 e a XRE 300, tanto em performance quanto em preço. A novidade estreia nas lojas já nesta sexta-feira (6) por R$ 13.300 em versão única com freios ABS (só na dianteira). As cores oferecidas serão vermelho, preto e verde, todas perolizadas.
Segundo a marca, a trail intermediária parte de uma base totalmente nova, com chassi de berço semi-duplo e traz um motor também inédito: monocilíndrico refrigerado a ar, de 184,4 cc, injetado, que gera até 16,4 cv e 1,66 kgfm de torque quando abastecido com etanol – sua injeção é flex. A transmissão tem cinco marchas.
Honda XRE 2017
Pesando apenas 127 kg e com tanque de 13 litros, a nova XRE 190 emprega suspensões convencionais (garfo telescópico na dianteira, com 180 mm de curso e monoamortecida na traseira com 150 mm de curso) e oferece 241 mm de altura livre do solo, com banco a 836 mm do chão. Novidade fica por conta dos freios a disco nas duas rodas (240/220 mm) com sistema ABS na dianteira – que a Honda garante já resolver a maioria dos problemas de frenagem, mesmo em pisos sujos.  Por fim, a trail vem com rodas aro 19″ na frente (pneus 90/90) e 17″ atrás (pneus 100/90).
Honda XRE 2017 - Painel
Em termos visuais, a XRE 190 se destaca da irmã maior pela dianteira exclusiva, com faróis, carenagem e para-lamas projetados exclusivamente para ela, enquanto a traseira lembra muito a 300, exceto pela lanterna. Como nos últimos lançamentos da marca, o painel é totalmente digital, incluindo desta vez um útil medidor de consumo médio.
honda xre 190 abs carplace moto (7)
Avaliada num breve circuito pela Fazenda Tuiuti, a trail agradou pelo comportamento seguro do chassi, bastante rígido, e pela tocada ágil – sobra conjunto para o motor, ainda que o desempenho seja sensivelmente melhor que o da Bros 160, se tornando uma opção bastante interessante para quem deseja um pouco mais de motor no uso urbano e em estradinhas de terra. Já os freios com ABS de um canal na frente também se revelaram eficientes mesmo nas frenagens mais fortes – com pouca tendência de travar a traseira.

Nova Ninja 300 2016

Nova Ninja 300 2016 01
Nova Ninja 300 2016. Apresentada recentemente a imprensa especializada no Brasil, a Kawasaki anunciou o lançamento da versão Z300 ao preço inicial de R$ 17.990, nesta sexta-feira (12).
A moto que tem visual mais enxuto guidão mais largo e alto em relação a Ninja 300 que faz sucesso no mercado brasileiro, estará disponível para compra nas concessionárias da marca no próximo mês de julho. O preço da nova Ninja 300 2016 na versão Z300 sem ABS é de R$ 17.990 nas cores verde, cinza e laranja, enquanto equipada com sistema de freios ABS sai a R$ 19.990, mas neste caso apenas na cor verde tradicional da Kawasaki.
A Kawasaki Z300 é equipada com o mesmo motor da Ninja 300 carenada, ou seja, biclíndrico de 296 cc de 39 cavalos de potência a 11.000 rpm associado ao câmbio de seis marchas. Lembrando, que atualmente a Ninja 300 é vendida no mercado a partir de R$ 18.990 sem ABS, R$ 21.990 com ABS e R$ 22.990 na versão ABS SE.

Veja dez motos que fizeram história no século 20

Colunista mostra modelos que estabeleceram tendências. 

Honda, H-D, BMW, Yamaha, Suzuki, Ducati e outras marcaram época.

Robert
Harley-Davidson JD de 1925 (Foto: Rafael Miotto/G1)Harley-Davidson JD de 1925 (Foto: Rafael Miotto/G1)

O conceito de motocicleta, assim como o conhecemos – uma roda alinhada a outra com um motor no meio –, tem pouco mais de um século de existência. Nesse espaço de tempo, algumas criações tiveram importância brutal no desenvolvimento e na evolução da indústria. Elas mostraram o caminho, estabelecendo tendências seguidas por fabricantes de todo o planeta.
Elaboramos uma lista “top ten”, que leva em consideração aspectos variados: históricos, comerciais, técnicos, esportivos, estéticos e outros. Não pretendemos que esta seja uma lista definitiva e tampouco obtenha unanimidade: é apenas um olhar, uma opinião, uma espécie de “de onde viemos”, que pode sugerir muito sobre o "onde estamos" e o "para onde vamos".
Importante: a ordem de apresentação dos modelos é cronológica.
Harley-Davidson JD
A lendária marca norte-americana era o maior fabricante de motos do planeta nos anos 1920 e o modelo JD, já equipado com o clássico motor V2 a 45 graus de 1.200 cc, foi o responsável por fazer a motocicleta se popularizar em nível global. Vendida em mais de sessenta países, as motos de Milwaukee enfrentavam então forte concorrência de muitas marcas dos EUA (Indian era a principal delas) e da fortíssima indústria britânica. A Harley-Davidson JD era confiável, robusta e capaz de superar os 100 km/h. Com ela, a Harley-Davidson introduziu itens técnicos e estilísticos importantes, como o freio dianteiro (!) e o tanque “teardrop” (em formato de lágrima), ainda hoje presente nas motos da marca.
Vespa MP6 (Foto: Divulgação)Vespa MP6 (Foto: Divulgação)
Vespa MP6
Mãe de todos os scooters, a Vespa não foi (e é) apenas um meio de transporte de design singular: alguns conceitos técnicos muito importantes foram trazidos para a indústria motociclística pela Vespa, como o chassi realizado em aço estampado ou o motor como elemento solidário à suspensão traseira.
Outro item muito importante na época, o imediato pós-guerra em uma Europa destruída, era a possibilidade de ter um estepe, permitindo continuar a viagem mesmo na mais que provável situação de pneu furado. Não indiferente aos consumidores foi, também, a proteção oferecida pelo escudo frontal: da cintura para baixo, frio, chuva e sujeira não atingiam o condutor de uma Vespa. E fora isso era barata, econômica e resistente. O que pedir mais?
Vincent Black Shadow (Foto: Divulgação)Vincent Black Shadow (Foto: Divulgação)
Vincent Black Shadow
Os britânicos dominaram a cena motociclística mundial durante boa parte do século XX e dentre os vários modelos relevantes produzidos por marcas como Brough Superior, Matchless, Norton, BSA, Triumph e outras, uma se destacou, e é considerada a primeira verdadeira “superbike” da história: a Vincent Black Shadow.
Primeira moto de série a superar a barreira dos 200 km/h de velocidade máxima real,  isso em 1948 (ano de seu lançamento), ela confirmava sua excelência mecânica. O motor era um V2 de 998 cc capaz de 55 cv de potência. Uma novidade técnica que favorecia o baixo peso do modelo, pouco mais de 200 kg, era tal motor ter papel estrutural, fixado ao quadro pela parte superior. Suspensão monoamortecida na traseira (tipo Cantiléver) e uma exótica suspensão dianteira com amortecimento hidráulico completavam a cena de um modelo que fez escola e história.
Honda Super Cub (Foto: Divulgação)Honda Super Cub (Foto: Divulgação)
Honda Super Cub
Produzido a partir de 1958, o modelo pode ser considerado uma espécie de “galinha dos ovos de ouro” da Honda. Mais de 60 milhões de exemplares foram feitos sob as mais diversas especificações, sempre fiéis às características que capturaram os clientes desde o modelo inicial: economia, robustez, facilidade de uso e manutenção e uma incomparável versatilidade.
Praticamente todo fabricante de motocicletas, ansioso por atingir grandes números em termos de produção, tentou e tenta fazer a sua própria Super Cub. O modelo foi o responsável pela sucesso da Honda em sua entrada no mercado norte-americano em 1963 sob o genial slogan “You meet the nicest people on a Honda” (Você conhece as pessoas mais legais em uma Honda). No Brasil, a Honda Dream e sucessivamente a Biz e a Pop são genuínas representantes do genial conceito.
Kawasaki 500 H1 Mach III (Foto: Divulgação)Kawasaki 500 H1 Mach III (Foto: Divulgação)
Kawasaki 500 H1 Mach III
A 500 H1 foi a primeira moto da marca a ganhar visibilidade no maior mercado mundial do planeta no final dos anos 1960, os EUA, e não foi à toa: exibia um motor exótico, um 2 tempos tricilíndrico capaz de 60 cavalos de potência que, aliado ao baixo peso da moto (pouco mais de 170 kg a seco), fazia dela um verdadeiro foguete em aceleração. O fato de ter uma maneabilidade crítica e freios aquém do exigido não impediu esta Kawasaki de se transformar em uma lenda sobre rodas não só na terra dos dragsters (veículos leves com motores potentes) com também entre os fãs de motos esportivas no mundo todo. A Mach III deu à marca uma aura de velocidade que só cresceu com o passar dos anos, ainda mais com a criação de outros modelos furiosos pela fabricante das Ninja.
Honda CB 750 (Foto: Divulgação)Honda CB 750 (Foto: Divulgação)
Honda CB 750 Four
A introdução da CB 750 Four no mercado mundial foi um verdadeiro divisor de águas para a indústria motociclística. Com ela, os japoneses deram o golpe de misericórdia no que restava das concorrentes britânicas e italianas, que até ali tentavam resistir à invasão nipônica do mercado mundial de motos iniciada no começo dos anos 1960.
De 1969 em diante a CB 750 Four reinou inconteste, sendo absolutamente superior a tudo o que existia até então não apenas em design, mas também – e especialmente – em tecnologia, confiabilidade, acabamento e performance. Não é exagero dizer que as motos de alta cilindrada, como as conhecemos hoje, são filhas do padrão qualitativo introduzido pela CB 750 Four.
Yamaha XT 500 (Foto: Divulgação)Yamaha XT 500 (Foto: Divulgação)
Yamaha XT 500
A chegada da XT 500 ao mercado em 1975 estabeleceu um novo padrão para as motos off-road. De fato, ela foi a primeira big-trail da era moderna, capaz de conciliar desempenho fora de estrada com muita versatilidade e uso diário sem problemas, inclusive estabelecendo os parâmetros que fizeram das grandes trails motos admiradas para uso urbano. Capaz de levar da casa ao escritório e também de vencer as primeiras edições do rali Paris-Dakar, a XT 500 é um ícone da adaptação de uma só motocicleta a ambientes radicalmente diferentes.
BMW R 80 GS (Foto: Divulgação)BMW R 80 GS (Foto: Divulgação)
BMW R 80 GS
A Yamaha XT 500 mostrou o caminho e a BMW o interpretou à sua maneira, criando a linha GS, que é hoje a série de maior sucesso da marca alemã. O que parecia uma heresia – dotar uma motocicleta fora de estrada de um motor bicilíndrico grande e pesado (e ainda por cima de arquitetura Boxer, ou seja, como pistões contrapostos) resultou em sucesso: logo o mercado entendeu que não havia nada de melhor do que essa receita para as longas viagens de aventura.
E o mundo não foi mais o mesmo, com motociclistas montados nas BMW da série GS e suas concorrentes percorrendo desertos, florestas e trilhas nos mais remotos lugares do planeta. Se hoje o segmento das motos de aventura é um dos mais promissores do mercado mundial, muito disso se deve à ousadia da BMW.
Suzuki GSX-R 750 (Foto: Divulgação)Suzuki GSX-R 750 (Foto: Divulgação)
Suzuki GSX-R 750
O termo “race replica” designando um veículo derivado de um modelo de competição é hoje algo corriqueiro, e boa parte disso se deve à Suzuki, que inovou ao oferecer, em 1985, uma moto com praticamente todas as características técnicas de seus vitoriosos modelos nas corridas de Endurance (longa duração).
Colocar nas revendas motocicletas com especificacão praticamente igual à das vencedoras nas 24 horas de Le Mans, no Bol D’Or ou nas 8 Horas de Suzuka pareceu exagerado, excessivo, mas os clientes amaram. E logo a indústria mundial da motocicleta seguiu tal receita. A GSX-R 750 foi a primeira de uma até hoje farta estirpe de motos de altíssimo desempenho. Bastam apenas pequenos ajustes para transformá-las em verdadeiras motos de competição.
Ducati 851 (Foto: Divulgação)Ducati 851 (Foto: Divulgação)
Ducati 851
Quando tudo parecia perdido, ou seja, quando havia pouca ou nenhuma esperança de que a outrora poderosa indústria italiana de motocicletas recuperasse algo de sua glória passada, a Ducati inventou a 851.
Era o final dos anos 1980, mais exatamente 1987, e a superesportiva 851 foi lançada trazendo nas entranhas uma nova interpretação do motor bicilindro em “L” a 90 graus, sempre com comandos de válvulas desmodrômicos (um sistema sofisticado para abertura e fechamento das válvulas por ação mecânica e sem mola de retorno), uma exoticidade técnica exclusiva da marca. A 851 teria sido mais uma moto para poucos e entendedores, mas o sucesso nas pistas, ao melhor estilo Davi vence Golias, se encarregou de energizar a Ducati e transformá-la de uma pequena marca com um interessante passado em uma grande marca com um notável presente.
A 851 bicilíndrica bateu os tetracilíndricos japoneses nos campeonatos reservados às motos derivadas de série com insistência. Isso trouxe sucesso comercial e diversificação de modelos, atraindo o interesse do gigantesco grupo Volkswagen que, com a marca Audi, é dono da Ducati desde 2012.

nova CB 500X 2014

HONDA_CB_500X-2014-2
A Honda divulgou os preços da nova CB 500X 2014. O crossover, que já havia sido mostrado no último Salão Duas Rodas em 2013, tem lançamento previsto para abril e chega como a terceira integrante da família 500 da Honda em duas versões, standard custando R$23.500 e com freios ABS com preço sugerido de R$25.000.
Nova Honda CB 500X 2014
A diferença em relação as outras da família 500 (CB 500F e CBR 500R), é o garfo dianteiro com curso mais longo de 120 mm para 140 mm. O motor e o quadro são os mesmos, mas o visual entrega o espirito aventureiro. A Honda CB 500X 2014 é equipada com motor bicilíndrico com arrefecimento a líquido, de 471 cm³, DOHC, quatro válvulas por cilindro, capaz de entregar até 50 cv de potência a 8.500 rpm e torque máximo de 4,55 kgf.m a 7.000 rpm.
A nova CB 500X 2014 será montada no Brasil (Manaus) e será vendida nas cores cinza metálica e vermelha.
HONDA_CB_500X_2014-3Honda CB 500X

Motocicleta com tecnologia inédita traz segurança e fará estreia em 2014.

Estrutura permite ao veículo fazer curvas como motos convencionais.


Protótipo Yamaha de três rodas (Foto: Divulgação)Protótipo Yamaha de três rodas (Foto: Divulgação)


A fabricante japonesa Yamaha anunciou nesta quarta-feira (3), em Tóquio, que lançará, em 2014, sua primeira moto de três rodas. De acordo com a empresa, o produto será diferente dos atuais scooters de três rodas, como Piaggio MP3 e o Peugeot Metropolis, trazendo mais esportividade, enquanto os modelos já existentes são mais urbanos. O objetivo da configuração é trazer mais estabilidade ao veículo.
 Ainda não existem informações técnicas do modelo e a fabricante divulgou apenas uma imagem com o veículo camuflado. Apesar da estrutura, com duas rodas na dianteira e uma na traseira, o modelo funciona diferente de um
triciclo comum, já que a suspensão dianteira permite ao veículo fazer curvas como uma moto de duas rodas. A tecnologia é semelhante a utilizada no MP3 e Metropolis.
Além da nova moto, a Yamaha divulgou planos para o futuro e disse que lançará 250 novos produtos em três anos, entre motos, scooters e implementos aquáticos.
Presidente da Yamaha, Hiroyuki Yanagi, durante anuncio nesta quarta-feira (3), em Tóquio (Foto: YOSHIKAZU TSUNO / AFP)Presidente da Yamaha, Hiroyuki Yanagi, durante anuncio nesta quarta-feira (3), em Tóquio
(Foto: YOSHIKAZU TSUNO / AFP)

Veja fotos de algumas as possivéis motos do futuro.

Para quem e apaixonado por motos disponibilizamos algumas fotos de possiveis motos do futuro.