Feira wheeling
Mostrando postagens com marcador motos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador motos. Mostrar todas as postagens

XT 660 2017

NOVA XT 660 2017 – Yamaha

A Yamaha Motor Corporation Ltd. foi fundada por Genichi Kawakami em 1955. De lá pra cá, foi construindo sua história com base na confiança entre seus usuários. O novo slogan global da empresa é a frase Revs Your Heart, que significa “Acelere Seu Coração”, e representa o desejo da marca em proporcionar emoção a seus clientes.
NOVA XT 660 2017
Slogan da Yamaha
E pelo sucesso de vendas, a Yamaha cumpre bem esse papel! Desenvolvendo conceitos originais e inovadores, com design único e produtos de qualidade absoluta, é uma das marcas mais queridas, principalmente entre os aventureiros no Brasil.

NOVA XT 660 2017 – Destaques

Não é à toa que a Yamaha XT 660 é líder de vendas na sua categoria. O modelo impressiona e tem agradado bastante os seus usuários pela sua versatilidade e tradição. Separamos para vocês os destaques da última versão, enquanto aguardamos o lançamento da nova XT 660 2017.
  • Motor de 660cc compact: muito torque e potência para qualquer tipo de terreno.
  • Injeção eletrônica: primeiro modelo nacional com sistema de injeção eletrônica de combustível, garantindo maior economia e desempenho.
  • Alta performance: freios a disco nas duas rodas e suspensão traseira monocross, com 5 regulagens de pressão na mola. Para a viagem ou para a aventura, esqueça a rotina do dia-a-dia.
  • Maior visibilidade: farol com multi-refletores de lente em policarbonato.
  • Painel digital e multifuncional: relógio, hodômetro total e parcial, e outras funções.
NOVA XT 660 2017
XT 660 2016 na estrada
Já que estamos aguardando o lançamento da NOVA XT 660 2017, podemos esperar semelhanças na ficha técnica da versão atual até que a ficha oficial do novo modelo seja divulgada. Abaixo você pode conferir a ficha técnica da XT660 2016:
  • Cilindrada real: 659,7cc
  • Potência máxima: 48 cv a 6.000 rpm
  • Torque máximo: 5,95 kgf.m a 5.500 rpm
  • Câmbio: 5 velocidades
  • Sistema de partida: Elétrica
  • Combustível: Gasolina
  • Bateria: 12V 8,6 Ah
  • Tipo do Chassi: Tipo Diamante
  • Capacidade do óleo do motor: 2,9 litros
  • Capacidade do tanque de combustível: 23 litros (reserva 5,8 litros)
  • Cores: Azul, Cinza
NOVA XT 660 2017
NOVA XT 660
NOVA XT 660 2017

NOVA XT 660 2017 – Preços e Consumo

Os usuários da XT 660 afirmam que o consumo varia entre 17 e 23 km/l. Isso dá uma autonomia de aproximadamente 300 km, visto que o tanque tem capacidade para 15 litros.
NOVA XT 660 2017
Quanto ao preço, a versão atual da XT 660R sai por volta de R$ 28.870,00. Para a próxima versão, está previsto uma subida de preço, devido às melhorias esperadas para a Nova XT 660 2017. Fique por dentro de todas as novidades de lançamento aqui no nosso site!

NOVA XT 660 2017 – Galeria de Fotos

Enquanto não sai do forno a Nova XT 660 2017, nós deixamos vocês com toda a beleza e imponência da versão 2016.

BMW terá fábrica de motos no Brasil e montará a G 310 R

Modelo de baixa cilindrada está previsto para o 2º semestre de 2016.
Projeto foi aprovado em Manaus e terá investimento de US$ 25,8 milhões.

A BMW terá sua própria fábrica de motos em Manaus para montar sua futura moto de baixa cilindrada, a G 310 R, revelada no Salão de Milão 2015.

Honda lança inédita trail compacta XRE 190

Honda XRE 190 2017
A Honda acaba de preencher uma lacuna existente em sua linha de trails compactas: a nova XRE 190 chega para ocupar o gap que havia entre a Bros 160 e a XRE 300, tanto em performance quanto em preço. A novidade estreia nas lojas já nesta sexta-feira (6) por R$ 13.300 em versão única com freios ABS (só na dianteira). As cores oferecidas serão vermelho, preto e verde, todas perolizadas.
Segundo a marca, a trail intermediária parte de uma base totalmente nova, com chassi de berço semi-duplo e traz um motor também inédito: monocilíndrico refrigerado a ar, de 184,4 cc, injetado, que gera até 16,4 cv e 1,66 kgfm de torque quando abastecido com etanol – sua injeção é flex. A transmissão tem cinco marchas.
Honda XRE 2017
Pesando apenas 127 kg e com tanque de 13 litros, a nova XRE 190 emprega suspensões convencionais (garfo telescópico na dianteira, com 180 mm de curso e monoamortecida na traseira com 150 mm de curso) e oferece 241 mm de altura livre do solo, com banco a 836 mm do chão. Novidade fica por conta dos freios a disco nas duas rodas (240/220 mm) com sistema ABS na dianteira – que a Honda garante já resolver a maioria dos problemas de frenagem, mesmo em pisos sujos.  Por fim, a trail vem com rodas aro 19″ na frente (pneus 90/90) e 17″ atrás (pneus 100/90).
Honda XRE 2017 - Painel
Em termos visuais, a XRE 190 se destaca da irmã maior pela dianteira exclusiva, com faróis, carenagem e para-lamas projetados exclusivamente para ela, enquanto a traseira lembra muito a 300, exceto pela lanterna. Como nos últimos lançamentos da marca, o painel é totalmente digital, incluindo desta vez um útil medidor de consumo médio.
honda xre 190 abs carplace moto (7)
Avaliada num breve circuito pela Fazenda Tuiuti, a trail agradou pelo comportamento seguro do chassi, bastante rígido, e pela tocada ágil – sobra conjunto para o motor, ainda que o desempenho seja sensivelmente melhor que o da Bros 160, se tornando uma opção bastante interessante para quem deseja um pouco mais de motor no uso urbano e em estradinhas de terra. Já os freios com ABS de um canal na frente também se revelaram eficientes mesmo nas frenagens mais fortes – com pouca tendência de travar a traseira.

BMW F800R 2015

BMW F800R 2015 01
Chega ao mercado brasileiro a renovada BMW F800R 2015 com o mesmo visual apresentado no último Salão de Milão em 2014. O preço parte de R$ 37.900 nas concessionárias da BMW que receberão a novidade ainda em fevereiro nas cores: branca, azul, azul com branca e azul com preta.
A BMW F800R 2015 traz como destaque estético o novo farol em forma de escudo, além de novas peças pela moto para deixa-la mais atualizada em relação a outras nakeds da mesma categoria. Outras mudanças foram implementadas para melhorar a pilotagem e a segurança como o guidão e pedaleira mais recuados, enquanto a suspensão dianteira recebeu garfos invertidos com objetivo de melhorar a estabilidade.
BMW F800R 2015 03
A atualização mecânica da moto inclui aumento de potência no motor de 800 cc de 87 para 90 cv e, alteração da relação da primeira e segundo marchas, deixando mais curtas para arranques mais rápidos. Lembrando, que o câmbio e de seis marchas e a BMW F800R 2015 traz de série: controle da pressão dos pneus, manoplas aquecidas, sistema de freios ABS e freios a disco duplo na dianteira e disco simples na traseira
BMW F800R 2015 04

Nova Ninja 300 2016

Nova Ninja 300 2016 01
Nova Ninja 300 2016. Apresentada recentemente a imprensa especializada no Brasil, a Kawasaki anunciou o lançamento da versão Z300 ao preço inicial de R$ 17.990, nesta sexta-feira (12).
A moto que tem visual mais enxuto guidão mais largo e alto em relação a Ninja 300 que faz sucesso no mercado brasileiro, estará disponível para compra nas concessionárias da marca no próximo mês de julho. O preço da nova Ninja 300 2016 na versão Z300 sem ABS é de R$ 17.990 nas cores verde, cinza e laranja, enquanto equipada com sistema de freios ABS sai a R$ 19.990, mas neste caso apenas na cor verde tradicional da Kawasaki.
A Kawasaki Z300 é equipada com o mesmo motor da Ninja 300 carenada, ou seja, biclíndrico de 296 cc de 39 cavalos de potência a 11.000 rpm associado ao câmbio de seis marchas. Lembrando, que atualmente a Ninja 300 é vendida no mercado a partir de R$ 18.990 sem ABS, R$ 21.990 com ABS e R$ 22.990 na versão ABS SE.

TNT 1130


Benelli TNT 1130 (Foto: Divulgação)Benelli TNT 1130 (Foto: Divulgação)
TNT 1130
Dentro da linha que utiliza motores de 3 cilindros 1.131 cc, o estilo naked é também representado pela TNT 1130. O visual é parecido com o da 899, mas o “motorzão” é mais poderoso, rendendo 158 cavalos de potência e 12,2 kgfm de torque, em dados divulgados no exterior. Montada em Manaus, as vendas começam em abril de 2014 e o valor será de R$ 44.890.

Veja dez motos que fizeram história no século 20

Colunista mostra modelos que estabeleceram tendências. 

Honda, H-D, BMW, Yamaha, Suzuki, Ducati e outras marcaram época.

Robert
Harley-Davidson JD de 1925 (Foto: Rafael Miotto/G1)Harley-Davidson JD de 1925 (Foto: Rafael Miotto/G1)

O conceito de motocicleta, assim como o conhecemos – uma roda alinhada a outra com um motor no meio –, tem pouco mais de um século de existência. Nesse espaço de tempo, algumas criações tiveram importância brutal no desenvolvimento e na evolução da indústria. Elas mostraram o caminho, estabelecendo tendências seguidas por fabricantes de todo o planeta.
Elaboramos uma lista “top ten”, que leva em consideração aspectos variados: históricos, comerciais, técnicos, esportivos, estéticos e outros. Não pretendemos que esta seja uma lista definitiva e tampouco obtenha unanimidade: é apenas um olhar, uma opinião, uma espécie de “de onde viemos”, que pode sugerir muito sobre o "onde estamos" e o "para onde vamos".
Importante: a ordem de apresentação dos modelos é cronológica.
Harley-Davidson JD
A lendária marca norte-americana era o maior fabricante de motos do planeta nos anos 1920 e o modelo JD, já equipado com o clássico motor V2 a 45 graus de 1.200 cc, foi o responsável por fazer a motocicleta se popularizar em nível global. Vendida em mais de sessenta países, as motos de Milwaukee enfrentavam então forte concorrência de muitas marcas dos EUA (Indian era a principal delas) e da fortíssima indústria britânica. A Harley-Davidson JD era confiável, robusta e capaz de superar os 100 km/h. Com ela, a Harley-Davidson introduziu itens técnicos e estilísticos importantes, como o freio dianteiro (!) e o tanque “teardrop” (em formato de lágrima), ainda hoje presente nas motos da marca.
Vespa MP6 (Foto: Divulgação)Vespa MP6 (Foto: Divulgação)
Vespa MP6
Mãe de todos os scooters, a Vespa não foi (e é) apenas um meio de transporte de design singular: alguns conceitos técnicos muito importantes foram trazidos para a indústria motociclística pela Vespa, como o chassi realizado em aço estampado ou o motor como elemento solidário à suspensão traseira.
Outro item muito importante na época, o imediato pós-guerra em uma Europa destruída, era a possibilidade de ter um estepe, permitindo continuar a viagem mesmo na mais que provável situação de pneu furado. Não indiferente aos consumidores foi, também, a proteção oferecida pelo escudo frontal: da cintura para baixo, frio, chuva e sujeira não atingiam o condutor de uma Vespa. E fora isso era barata, econômica e resistente. O que pedir mais?
Vincent Black Shadow (Foto: Divulgação)Vincent Black Shadow (Foto: Divulgação)
Vincent Black Shadow
Os britânicos dominaram a cena motociclística mundial durante boa parte do século XX e dentre os vários modelos relevantes produzidos por marcas como Brough Superior, Matchless, Norton, BSA, Triumph e outras, uma se destacou, e é considerada a primeira verdadeira “superbike” da história: a Vincent Black Shadow.
Primeira moto de série a superar a barreira dos 200 km/h de velocidade máxima real,  isso em 1948 (ano de seu lançamento), ela confirmava sua excelência mecânica. O motor era um V2 de 998 cc capaz de 55 cv de potência. Uma novidade técnica que favorecia o baixo peso do modelo, pouco mais de 200 kg, era tal motor ter papel estrutural, fixado ao quadro pela parte superior. Suspensão monoamortecida na traseira (tipo Cantiléver) e uma exótica suspensão dianteira com amortecimento hidráulico completavam a cena de um modelo que fez escola e história.
Honda Super Cub (Foto: Divulgação)Honda Super Cub (Foto: Divulgação)
Honda Super Cub
Produzido a partir de 1958, o modelo pode ser considerado uma espécie de “galinha dos ovos de ouro” da Honda. Mais de 60 milhões de exemplares foram feitos sob as mais diversas especificações, sempre fiéis às características que capturaram os clientes desde o modelo inicial: economia, robustez, facilidade de uso e manutenção e uma incomparável versatilidade.
Praticamente todo fabricante de motocicletas, ansioso por atingir grandes números em termos de produção, tentou e tenta fazer a sua própria Super Cub. O modelo foi o responsável pela sucesso da Honda em sua entrada no mercado norte-americano em 1963 sob o genial slogan “You meet the nicest people on a Honda” (Você conhece as pessoas mais legais em uma Honda). No Brasil, a Honda Dream e sucessivamente a Biz e a Pop são genuínas representantes do genial conceito.
Kawasaki 500 H1 Mach III (Foto: Divulgação)Kawasaki 500 H1 Mach III (Foto: Divulgação)
Kawasaki 500 H1 Mach III
A 500 H1 foi a primeira moto da marca a ganhar visibilidade no maior mercado mundial do planeta no final dos anos 1960, os EUA, e não foi à toa: exibia um motor exótico, um 2 tempos tricilíndrico capaz de 60 cavalos de potência que, aliado ao baixo peso da moto (pouco mais de 170 kg a seco), fazia dela um verdadeiro foguete em aceleração. O fato de ter uma maneabilidade crítica e freios aquém do exigido não impediu esta Kawasaki de se transformar em uma lenda sobre rodas não só na terra dos dragsters (veículos leves com motores potentes) com também entre os fãs de motos esportivas no mundo todo. A Mach III deu à marca uma aura de velocidade que só cresceu com o passar dos anos, ainda mais com a criação de outros modelos furiosos pela fabricante das Ninja.
Honda CB 750 (Foto: Divulgação)Honda CB 750 (Foto: Divulgação)
Honda CB 750 Four
A introdução da CB 750 Four no mercado mundial foi um verdadeiro divisor de águas para a indústria motociclística. Com ela, os japoneses deram o golpe de misericórdia no que restava das concorrentes britânicas e italianas, que até ali tentavam resistir à invasão nipônica do mercado mundial de motos iniciada no começo dos anos 1960.
De 1969 em diante a CB 750 Four reinou inconteste, sendo absolutamente superior a tudo o que existia até então não apenas em design, mas também – e especialmente – em tecnologia, confiabilidade, acabamento e performance. Não é exagero dizer que as motos de alta cilindrada, como as conhecemos hoje, são filhas do padrão qualitativo introduzido pela CB 750 Four.
Yamaha XT 500 (Foto: Divulgação)Yamaha XT 500 (Foto: Divulgação)
Yamaha XT 500
A chegada da XT 500 ao mercado em 1975 estabeleceu um novo padrão para as motos off-road. De fato, ela foi a primeira big-trail da era moderna, capaz de conciliar desempenho fora de estrada com muita versatilidade e uso diário sem problemas, inclusive estabelecendo os parâmetros que fizeram das grandes trails motos admiradas para uso urbano. Capaz de levar da casa ao escritório e também de vencer as primeiras edições do rali Paris-Dakar, a XT 500 é um ícone da adaptação de uma só motocicleta a ambientes radicalmente diferentes.
BMW R 80 GS (Foto: Divulgação)BMW R 80 GS (Foto: Divulgação)
BMW R 80 GS
A Yamaha XT 500 mostrou o caminho e a BMW o interpretou à sua maneira, criando a linha GS, que é hoje a série de maior sucesso da marca alemã. O que parecia uma heresia – dotar uma motocicleta fora de estrada de um motor bicilíndrico grande e pesado (e ainda por cima de arquitetura Boxer, ou seja, como pistões contrapostos) resultou em sucesso: logo o mercado entendeu que não havia nada de melhor do que essa receita para as longas viagens de aventura.
E o mundo não foi mais o mesmo, com motociclistas montados nas BMW da série GS e suas concorrentes percorrendo desertos, florestas e trilhas nos mais remotos lugares do planeta. Se hoje o segmento das motos de aventura é um dos mais promissores do mercado mundial, muito disso se deve à ousadia da BMW.
Suzuki GSX-R 750 (Foto: Divulgação)Suzuki GSX-R 750 (Foto: Divulgação)
Suzuki GSX-R 750
O termo “race replica” designando um veículo derivado de um modelo de competição é hoje algo corriqueiro, e boa parte disso se deve à Suzuki, que inovou ao oferecer, em 1985, uma moto com praticamente todas as características técnicas de seus vitoriosos modelos nas corridas de Endurance (longa duração).
Colocar nas revendas motocicletas com especificacão praticamente igual à das vencedoras nas 24 horas de Le Mans, no Bol D’Or ou nas 8 Horas de Suzuka pareceu exagerado, excessivo, mas os clientes amaram. E logo a indústria mundial da motocicleta seguiu tal receita. A GSX-R 750 foi a primeira de uma até hoje farta estirpe de motos de altíssimo desempenho. Bastam apenas pequenos ajustes para transformá-las em verdadeiras motos de competição.
Ducati 851 (Foto: Divulgação)Ducati 851 (Foto: Divulgação)
Ducati 851
Quando tudo parecia perdido, ou seja, quando havia pouca ou nenhuma esperança de que a outrora poderosa indústria italiana de motocicletas recuperasse algo de sua glória passada, a Ducati inventou a 851.
Era o final dos anos 1980, mais exatamente 1987, e a superesportiva 851 foi lançada trazendo nas entranhas uma nova interpretação do motor bicilindro em “L” a 90 graus, sempre com comandos de válvulas desmodrômicos (um sistema sofisticado para abertura e fechamento das válvulas por ação mecânica e sem mola de retorno), uma exoticidade técnica exclusiva da marca. A 851 teria sido mais uma moto para poucos e entendedores, mas o sucesso nas pistas, ao melhor estilo Davi vence Golias, se encarregou de energizar a Ducati e transformá-la de uma pequena marca com um interessante passado em uma grande marca com um notável presente.
A 851 bicilíndrica bateu os tetracilíndricos japoneses nos campeonatos reservados às motos derivadas de série com insistência. Isso trouxe sucesso comercial e diversificação de modelos, atraindo o interesse do gigantesco grupo Volkswagen que, com a marca Audi, é dono da Ducati desde 2012.

Pneu sem câmara é opção mais segura e prática para motos


Honda; CG; 125; Fan; Dafra; Riva; 150; Yamaha; YBR; 125; Factor; Comparativo; titan (Foto: Caio Kenji / G1)Um leigo pode achar que pneus são todos iguais. Mas, seja os de motocicleta ou de outros veículos, eles são complexos. No vasto panorama de marcas, tamanhos e modelos, um aspecto técnico se destaca do ponto de vista da segurança: o interior dos pneus. Ler “tubeless” ou “tube type” na lateral deles, no meio de um emaranhado de números e letras, faz grande diferença – capaz até de salvar a sua pele.
Pneu "tubeless" sem câmara (Foto: Roberto Agresti)Pneu "tubeless", sem câmara
(Foto: Roberto Agresti)
“Tubeless” define o mais seguro pneu sem câmara de ar, enquanto “tube type” é o nome dado ao modelo mais manjado, com câmara. A principal diferença entre um e outro, em termos práticos, é que o pneu sem câmara, se atravessado por um prego, tenderá a esvaziar gradualmente. Já os pneus com câmara de ar esvaziarão praticamente de uma vez.
Quem anda de moto sabe bem a diferença: mesmo os mais insensíveis condutores são capazes de perceber quando o pneu perdeu pressão. A moto fica com a agilidade e maneabilidade comprometida, e basta parar em um posto e regular a pressão que tudo volta ao normal. Já o esvaziamento rápido, especialmente do pneu dianteiro, torna o controle da moto praticamente impossível. E as consequências podem ser bem ruins quanto mais elevada for a velocidade.
Pneu "tube type" (Foto: Roberto Agresti)Pneu "tube type", com câmara (Foto: Roberto Agresti)
Tecnicamente, a diferença entre os tipos é pequena. Nos pneus sem câmara, há uma camada interna chamada de “liner”, que funciona como uma espécie de capa que assegura maior retenção do ar. Além disso, no desenho do talão de um pneu sem câmara – nome dado às bordas do pneu, que encostam no aro de roda –, a área de contato com o aro é mais ampla, assim como também há uma tolerância dimensional limitada. Fazer um pneu sem câmara entrar na roda é sempre mais difícil porque essa folga é pequena, justamente para eliminar a chance de o ar escapar.
Estrutura de um pneu "tubeless", sem câmara (Foto: Divulgação/Pirelli)Estrutura de um pneu sem câmara
(Foto: Divulgação/Pirelli)
As rodas devem ser específicas para pneus sem câmera, que são incompatíveis com as raiadas convencionais. De fato, apenas algumas maxitrail (motos de uso misto) contam com rodas raiadas projetadas para pneus “tubeless”. Nelas, o aro não é transpassado pelos raios como nas rodas raiadas das motos pequenas, o que permite a fuga do ar. A regra para saber se é ou não possível usar pneus sem câmara na sua moto é simples: se ela tem roda de liga, sim, vá em frente. Nas rodas raiadas, nunca use, salvo as exceções citadas e a não ser que você coloque câmara de ar no "tubeless" antes de instalá-lo. Um pneu sem câmara pode comportar uma, mas um que 
Consertos e trocas
A vantagem dos pneus sem câmara é indiscutível, e cada vez mais motos saem de fábrica com este tipo de pneu. A segurança é o aspecto mais importante, mas há outro bem significativo, o da praticidade na hora do conserto de um eventual furo. Regra número um: caso você tenha uma moto com pneu sem câmara e veja um prego ou algum outro “alien” espetado nele, jamais o retire. O prego serve como tampa do orifício e, enquanto ele estiver cravado ali, o ar que se perde tende a ser mínimo. Uma vez no borracheiro, o conserto de um pneu sem câmara não exige a sempre trabalhosa e demorada operação de retirada da roda, pois basta remover o vilão e inserir no furo uma espécie de “macarrãozinho”, componente específico que veda a fuga de ar. Você mesmo pode ter um kit com esse material e a ferramenta para aplicá-lo, o que não exige espaço nem grande habilidade.
Se tiver que trocar os pneus, leve sempre em consideração que, de simples, eles não têm nada. Antes de estarem prontos para uso, exigem experimentação de altíssimo nível, ou seja, testes de laboratório e de campo, uso extremo em pista e estrada. Por isso, é mais do que aconselhável confiar nos produtos de fabricantes renomados: pneus com marca de pneu, de marcas homologadas pelas fábricas de motos e usados como equipamento original.
A tecnologia aplicada ao projeto e construção dos pneus das motocicletas teve uma evolução brutal nas últimas duas décadas. Esse progresso pode ser visto não apenas pelo melhor comportamento dinâmico – leia-se maior aderência, poder de frenagem e durabilidade –, mas também pela grande resistência a furos e danos estruturais.
Pneus sem câmara devem ser a primeira opção tanto na hora da reposição como no momento da escolha da sua nova moto. No caso dos modelos sem rodas adequadas aos “tubeless”, é recomendável cogitar a troca das rodas: a despesa não é indiferente, pois um par de rodas de liga leve para uma 125/150cc pode custar cerca de R$ 500, cifra que é praticamente 10% do valor de uma moto zero km. Porém, tendo em vista a maior segurança e praticidade no conserto, a atitude equivale a contratar um anjo da guarda suplementar.

Procura uma moto off-road? Conheça os diferentes tipos

Yamaha 250F: uma opção para quem gosta de terra (Foto: Divulgação)Yamaha YZ 250: uma opção para quem gosta de terra (Foto: Divulgação)
Três em cada dez motos são usadas para lazer, diz pesquisa da Abraciclo, a associação dos fabricantes de motocicletas. Nos últimos anos, tem se intensificado um modo bem específico de aproveitar as motocicletas, sem ser para trabalhar ou apenas se locomover: a prática do off-road ou fora de estrada.
São raros os motociclistas que jamais cogitaram comprar uma moto estilo trail – como também são chamados os modelos com maior capacidade de enfrentar caminhos ruins. O crescente sucesso mercadológico dessas motos com suspensões altas, guidões largos e pneus de cravos é reconhecido pela indústria, que sempre desova novidades para atender o nicho.
Tais modelos são requisitados até mesmo por quem jamais colocará os pneus fora de um piso pavimentado, seja pela maior robustez, seja pelo estilo atraente. Há consumidores que enxergam esse gênero de motos, que engloba desde a best-seller Honda NXR 125 Bros até o "monstro" máximo BMW R 1200 GS, um salvo conduto para encarar ruas e estradas sem se preocupar com o que virá pela frente, já que os modelos têm reforços adicionais para suportar maus tratos.
Há também quem queira uma moto ainda mais específica, realmente pensada para a prática do off-road verdadeiro, seja em pacatas trilhas de final de semana ou em competições de modalidades como motocross, rali ou enduro. Para eles, a indústria criou modelos que nem podem ser licenciados por não contarem com aparatos exigidos por lei, como luz de freio ou pisca-pisca. As off-road puras precisam ser levadas até o local da prática em carretas ou caçambas de picapes, mas compensam o inconveniente oferecendo performance ideal na terra, onde dão o melhor de si.
Hoje, há modelos para exclusivo uso na terra para todos os gostos e necessidades. Das menores para crianças às maiores para pilotos experientes, passando por modelos que funcionam como porta de entrada para o hobby do off-road, opção é o que não falta. Conheça os diferentes tipos:
Para começar
Rodinhas pequenas, baixa altura do solo e uma tremenda capacidade de rodar bem na terra: assim são as mais básicas motos para o fora de estrada, destinadas a crianças (isso mesmo!). Idade boa para iniciar na prática do off-road não existe. Há quem diga “o quanto antes”, e a história do esporte da moto mostra que muitos dos campeões de diversas modalidades começaram pilotando essas pequenas maquininhas no quintal de casa, evidentemente supervisionados pelos pais e 100% equipados, para que os inevitáveis tombos não provocassem mais do que pequenos arranhões.
No catálogo da maioria dos fabricantes há motos deste tipo, como a Honda CRF 110F, indicada para idades entre 8 e 11 anos, cuja peça publicitária chama de “a primeira moto de seu filho”. Para essa mesma faixa de idade, a Kawasaki oferece um modelo equivalente, a KLX 110, e um menor, a KX 65, que é mais direcionada à competição. Apesar da cilindrada mais baixa, o tipo de motor (dois tempos e não quatro tempos, como as citadas anteriormente) faz dela um foguetinho, “arma” ideal para a disputa dos campeonatos de motocross para pilotos iniciantes, quando ainda não completaram 10 ou 11 anos.
Para diversão
Se a ideia for apenas enveredar por trilhas e estradas de terra mal conservadas, aos iniciantes a Honda oferece a CRF 150F e CRF 230F. Com rodas maiores que a pequena 110, assim como dotadas de mais potência e o peso, tais máquinas ainda conciliam facilidade de condução com razoável performance na terra. São os modelos mais procurados do mercado e encontram concorrentes na linha da Yamaha, as TT-R 125 e TT-R 230. São todas montadas em Manaus e seus preços variam dos R$ 7,5 até R$ 11,5 mil.
Essas motos nasceram para atender o consumidor que anteriormente adquiria uma moto trail e precisava depená-la de “inutilidades” para a prática do off-road (farol, pisca-piscas, bagageiro...), além de dotá-la de itens necessários, como pneus adequados e guidão mais resistente, retrabalhar as suspensões. Com as CRF e TT-R, a moto já sai da loja pronta para a prática do off-road, adequada não apenas a quem queira apenas pegar uma trilha, mas também para participar de disputas em nível iniciante.
Para competição de alto nível
Se a intenção for competir de maneira séria, ou se as motos mais básicas para o off-road já não apresentam nenhum desafio, nada mais resta do que subir a escada da modalidade e conhecer as motocicletas “especiais”. Nelas, não apenas a potência do motor atinge um nível realmente “especial”, como também o restante do equipamento – freios e suspensões, por exemplo –, oferece especificação é voltada à competição de alto nível. Elas exigem um bom investimento e, também, pilotos com maior experiência na terra.
Yamaha YZ 450F (Foto: Divulgação)Yamaha YZ 450F (Foto: Divulgação)
Aquela garotada que começou com as pequenas Kawasaki KLX 65 ou Honda CRF 110 achará uma natural evolução na Yamaha YZ 85. Com maior porte e performance, ela é voltada para o motocross. Ainda nessa linha, há a forte YZ 250 e a poderosa YZ 450, nas quais o teor é o mesmo: são motos 100% projetadas para competição no motocross. As Yamaha WR 250 e WR 450 têm especificação semelhante, mas são voltadas para os enduros e ralis, ou seja, disputas em trilhas demarcadas e não em circuito fechado. Qual a diferença mais gritante entre elas? As para o motocross têm tanque de combustível pequeno e nenhum aparato, como cavalete lateral ou farol. Já as enduro oferecem maior tanque, e consequente autonomia, e têm os acessórios mencionados.
Nada impede que essas motos "de briga" sejam usadas apenas para diversão em trilhas de fim de semana, onde é a busca do prazer, e não da vitória, que está em jogo.
Yamaha YZ 450F (Foto: Divulgação)Yamaha YZ 85: voltada para o motocross (Foto: Divulgação)
No entanto, a característica dos modelos feitos para pilotos de alto nível pode tornar a diversão pouco acessível para a maioria. Potência exagerada pode ser mais um problema do que uma vantagem para quem não sabe como usá-la. Assim, se a experiência é pouca – e a vontade de se colocar à prova também –, é mais racional optar por modelos menos radicais, que, por bem menos dinheiro, oferecem diversão equivalente.