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Honda XRE 300 2016 muda pouco e fica menos potente

Preço da moto passou de R$ 14.936 para R$ 15.560.

Potência teve leve redução de 26,3 cavalos para 25,6 cavalos.

Honda XRE 300 2016 (Foto: Divulgação)Honda XRE 300 2016 (Foto: Divulgação)
A Honda anunciou a chegada da XRE 300 2016 às concessionárias. Ao
contrário da CB 300R, que foi substituída pela CB Twister, a XRE, representante aventureira da linha 250/300 da marca, se manteve praticamente a mesma, mas teve que se adequar às novas regras de emissões de poluentes e perdeu um pouco de potência. O motor flex de 291,6 cc rende agora 25,6 cavalos e 2,8 kgfm - antes, chegava a 26,3 cavalos e 2,85 kgfm.


Nova Ninja 300 2016

Nova Ninja 300 2016 01
Nova Ninja 300 2016. Apresentada recentemente a imprensa especializada no Brasil, a Kawasaki anunciou o lançamento da versão Z300 ao preço inicial de R$ 17.990, nesta sexta-feira (12).
A moto que tem visual mais enxuto guidão mais largo e alto em relação a Ninja 300 que faz sucesso no mercado brasileiro, estará disponível para compra nas concessionárias da marca no próximo mês de julho. O preço da nova Ninja 300 2016 na versão Z300 sem ABS é de R$ 17.990 nas cores verde, cinza e laranja, enquanto equipada com sistema de freios ABS sai a R$ 19.990, mas neste caso apenas na cor verde tradicional da Kawasaki.
A Kawasaki Z300 é equipada com o mesmo motor da Ninja 300 carenada, ou seja, biclíndrico de 296 cc de 39 cavalos de potência a 11.000 rpm associado ao câmbio de seis marchas. Lembrando, que atualmente a Ninja 300 é vendida no mercado a partir de R$ 18.990 sem ABS, R$ 21.990 com ABS e R$ 22.990 na versão ABS SE.

Mitsubishi Lancer Evolution X terá produção encerrada este ano

2014-mitsubishi-lancer-evo-1De acordo com o relato do jornal Automotive News Daily, o Mitsubishi Lancer Evolution X terá sua produção descontinuada até o segundo semestre deste ano. Tudo isso por conta da baixa demanda pelo esportivo em todos os países onde é vendido.
2014-mitsubishi-lancer-evo-7
Lembrando que suas vendas tiveram início em 1992, e desde de 2007, ano em que sua 10ª e atual geração foi lançada, o modelo passou por poucas alterações, fazendo com que ele ficasse com o visual muito “cansado”.
2014-mitsubishi-lancer-evo-2
Apesar disso, a Mitsubishi não vai entregar sua participação no nicho de sedãs esportivos de graça para a concorrência. A marca já trabalha em parceria com a Renault na nova geração do Mitsubishi Lancer Evolution X, e desde o projeto, o sedã poderá ganhar pela primeira vez uma versão híbrida. De qualquer forma, vai demorar um pouco, pois o lançamento da 11ª geração não deve ocorrer antes do final de 2016.

TNT 1130


Benelli TNT 1130 (Foto: Divulgação)Benelli TNT 1130 (Foto: Divulgação)
TNT 1130
Dentro da linha que utiliza motores de 3 cilindros 1.131 cc, o estilo naked é também representado pela TNT 1130. O visual é parecido com o da 899, mas o “motorzão” é mais poderoso, rendendo 158 cavalos de potência e 12,2 kgfm de torque, em dados divulgados no exterior. Montada em Manaus, as vendas começam em abril de 2014 e o valor será de R$ 44.890.

Pneu sem câmara é opção mais segura e prática para motos


Honda; CG; 125; Fan; Dafra; Riva; 150; Yamaha; YBR; 125; Factor; Comparativo; titan (Foto: Caio Kenji / G1)Um leigo pode achar que pneus são todos iguais. Mas, seja os de motocicleta ou de outros veículos, eles são complexos. No vasto panorama de marcas, tamanhos e modelos, um aspecto técnico se destaca do ponto de vista da segurança: o interior dos pneus. Ler “tubeless” ou “tube type” na lateral deles, no meio de um emaranhado de números e letras, faz grande diferença – capaz até de salvar a sua pele.
Pneu "tubeless" sem câmara (Foto: Roberto Agresti)Pneu "tubeless", sem câmara
(Foto: Roberto Agresti)
“Tubeless” define o mais seguro pneu sem câmara de ar, enquanto “tube type” é o nome dado ao modelo mais manjado, com câmara. A principal diferença entre um e outro, em termos práticos, é que o pneu sem câmara, se atravessado por um prego, tenderá a esvaziar gradualmente. Já os pneus com câmara de ar esvaziarão praticamente de uma vez.
Quem anda de moto sabe bem a diferença: mesmo os mais insensíveis condutores são capazes de perceber quando o pneu perdeu pressão. A moto fica com a agilidade e maneabilidade comprometida, e basta parar em um posto e regular a pressão que tudo volta ao normal. Já o esvaziamento rápido, especialmente do pneu dianteiro, torna o controle da moto praticamente impossível. E as consequências podem ser bem ruins quanto mais elevada for a velocidade.
Pneu "tube type" (Foto: Roberto Agresti)Pneu "tube type", com câmara (Foto: Roberto Agresti)
Tecnicamente, a diferença entre os tipos é pequena. Nos pneus sem câmara, há uma camada interna chamada de “liner”, que funciona como uma espécie de capa que assegura maior retenção do ar. Além disso, no desenho do talão de um pneu sem câmara – nome dado às bordas do pneu, que encostam no aro de roda –, a área de contato com o aro é mais ampla, assim como também há uma tolerância dimensional limitada. Fazer um pneu sem câmara entrar na roda é sempre mais difícil porque essa folga é pequena, justamente para eliminar a chance de o ar escapar.
Estrutura de um pneu "tubeless", sem câmara (Foto: Divulgação/Pirelli)Estrutura de um pneu sem câmara
(Foto: Divulgação/Pirelli)
As rodas devem ser específicas para pneus sem câmera, que são incompatíveis com as raiadas convencionais. De fato, apenas algumas maxitrail (motos de uso misto) contam com rodas raiadas projetadas para pneus “tubeless”. Nelas, o aro não é transpassado pelos raios como nas rodas raiadas das motos pequenas, o que permite a fuga do ar. A regra para saber se é ou não possível usar pneus sem câmara na sua moto é simples: se ela tem roda de liga, sim, vá em frente. Nas rodas raiadas, nunca use, salvo as exceções citadas e a não ser que você coloque câmara de ar no "tubeless" antes de instalá-lo. Um pneu sem câmara pode comportar uma, mas um que 
Consertos e trocas
A vantagem dos pneus sem câmara é indiscutível, e cada vez mais motos saem de fábrica com este tipo de pneu. A segurança é o aspecto mais importante, mas há outro bem significativo, o da praticidade na hora do conserto de um eventual furo. Regra número um: caso você tenha uma moto com pneu sem câmara e veja um prego ou algum outro “alien” espetado nele, jamais o retire. O prego serve como tampa do orifício e, enquanto ele estiver cravado ali, o ar que se perde tende a ser mínimo. Uma vez no borracheiro, o conserto de um pneu sem câmara não exige a sempre trabalhosa e demorada operação de retirada da roda, pois basta remover o vilão e inserir no furo uma espécie de “macarrãozinho”, componente específico que veda a fuga de ar. Você mesmo pode ter um kit com esse material e a ferramenta para aplicá-lo, o que não exige espaço nem grande habilidade.
Se tiver que trocar os pneus, leve sempre em consideração que, de simples, eles não têm nada. Antes de estarem prontos para uso, exigem experimentação de altíssimo nível, ou seja, testes de laboratório e de campo, uso extremo em pista e estrada. Por isso, é mais do que aconselhável confiar nos produtos de fabricantes renomados: pneus com marca de pneu, de marcas homologadas pelas fábricas de motos e usados como equipamento original.
A tecnologia aplicada ao projeto e construção dos pneus das motocicletas teve uma evolução brutal nas últimas duas décadas. Esse progresso pode ser visto não apenas pelo melhor comportamento dinâmico – leia-se maior aderência, poder de frenagem e durabilidade –, mas também pela grande resistência a furos e danos estruturais.
Pneus sem câmara devem ser a primeira opção tanto na hora da reposição como no momento da escolha da sua nova moto. No caso dos modelos sem rodas adequadas aos “tubeless”, é recomendável cogitar a troca das rodas: a despesa não é indiferente, pois um par de rodas de liga leve para uma 125/150cc pode custar cerca de R$ 500, cifra que é praticamente 10% do valor de uma moto zero km. Porém, tendo em vista a maior segurança e praticidade no conserto, a atitude equivale a contratar um anjo da guarda suplementar.

XJ 6 600 2015

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Pelas redes sociais, a Yamaha anunciou o lançamento da nova XJ 6 600 2015 com preços começando em R$28.890. A novidade da linha 2015 da XJ 6, é a nova edição especial batizada de XJ 6 N SP, que traz carenagem mais envolvente e visual ainda mais esportivo.
A nova XJ 6 600 2015 é equipada com o motor de quatro cilindros de 600 cc, arrefecimento líquido de 77,5 cv de potência e torque máximo de 6,09 kgfm a 8.500 rpm, acoplado ao câmbio de seis marchas. Entre os equipamentos, suspensão traseira com sete regulagens, banco bipartido e como opcional, sistema de freios ABS.
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A edição especial XJ 6 N SP será vendida somente na cor branca, a XJ 6 N cinza e preto, já a mais esportiva delas a XJ 6 F nas cores cinza e vermelho.
Preços da nova linha 2015:
Yamaha XJ 6 N SP 2015 – R$29.490 e R$32.590 (ABS)
Yamaha XJ 6 N 2015 – R$28.890 e R$31.990 (ABS). Cores: cinza e preto
Yamaha XJ 6 F 2015 – R$29.490 e R$32.590 (ABS)
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YAMAHA LANÇA CROSSER 150




Para aqueles que exigem mais da experiência de pilotar uma moto pela cidade, querem conforto, estilo aventureiro, modernidade e versatilidade, a Yamaha, oferecendo sempre o que há de mais inovador, tecnológico e seguro, anuncia a nova Yamaha Crosser 150, nas versões E e ED. O modelo foi desenvolvido para o consumidor brasileiro, levando em consideração as condições do Brasil em termos de terrenos, combustível, entre outras características. A nova motocicleta estará disponível em toda a rede a partir de abril e é fruto da parceria que uniu a criatividade dos engenheiros brasileiros e japoneses da Companhia em busca da melhor experiência de pilotagem. A motocicleta foi desenhada especificamente para atender o uso diário do consumidor nacional que não abre mão da economia de combustível e busca ótima performance.

Design
A motocicleta conta com linhas fortes, agressivas, robustas e modernas que podem ser percebidas pelo “Up Fender” recortado, localizado abaixo do farol, detalhe singular da Crosser, além das carenagens do tanque, com entradas de ar funcionais e da tampa de combustível com design integrado ao tanque. Seus grafismos foram inspirados em três bases: ousadia, jovialidade e esportividade, com detalhes metalizados e efeitos que provocam a sensação de maior profundidade e sinergia às linhas do design.

Seu paralama dianteiro é próximo a roda e permite uma dirigibilidade sem trepidação, com mais conforto, segurança e ainda protege a área de deslizamento do garfo dianteiro de impactos de pedras e outros detritos. O bagageiro moderno com alças de apoio em alumínio resultado em praticidade e segurança, com capacidade de carga de 7 kg. 

O moderno painel, o mais completo da categoria, tem conta giros analógico e um visor LCD digital que transmite mais esportividade durante a pilotagem, além do exclusivo indicador de marchas, marcador de combustível, velocímetro, hodômetro parcial e total. 

Seu conjunto óptico apresenta faróis com lâmpadas halógenas e piscas com lentes transparentes. Para completar, as rodas raiadas com ARO 17” (traseira) e 19”(dianteira) são próprias para diferentes terrenos.

Desempenho
A nova Yamaha Crosser é equipada com motor com injeção eletrônica de 12,2CV (gasolina) e 12,4CV (álcool) Blue Flex de 2ª geração, sistema que permite o uso eficiente de gasolina, etanol ou mistura em qualquer proporção, trazendo melhor distribuição de torque e de potência.
O tanque de combustível conta com capacidade de 12 litros.  Seu escapamento, posicionado em ângulo bem acentuado, foi inspirado em modelos de alta cilindrada da Yamaha, combinando com sua melhor tecnologia de exaustão e garantindo o fluxo de ar ideal, temperatura e controle de emissões. 

O sistema YRCS (Yamaha Ram Air Cooling System), exclusivo em motocicletas Yamaha, tem a função de potencializar a refrigeração do sistema de ignição e do motor de 150cc, fazendo assim com que o desempenho e performance da motocicleta seja otimizado e todo o torque e potência seja entregue com fidelidade ao piloto. 

Conforto
Buscando a melhor experiência de pilotagem, o paralama dianteiro foi projetado mais próximo à roda, o que traz uma dirigibilidade sem trepidação e com maior precisão e segurança, protegendo a área de deslizamento do garfo dianteiro de impacto de pedras e outros estilhaços. Outro diferencial encontrado na Crosser 150 é o sistema de suspensão/amortecimento Monoshock com link, único da categoria 150cc bicombustível, ele oferece mais conforto, absorvendo melhor os impactos e contribuindo na concentração de massa para melhorar a estabilidade e “manobrabilidade” da motocicleta. 

Para se adaptar à altura do piloto, a Crosser traz outro diferencial – na versão ED – que é o ajuste do guidão. O assento, em dois níveis, foi desenvolvido especialmente para proporcionar um ótimo apoio de lombar e evitar o impacto entre capacetes durante frenagens, deixando o garupa em uma posição ergonômica adequada, permitindo ter um ponto de visão acima do piloto. 

O novo modelo Yamaha Crosser 150 estará disponível a partir de Abril em todo o mercado nacional nas cores Branco, Laranja e Cinza Grafite, em duas versões: (E) com freios a tambor e preço sugerido de R$ 9.050,00 + frete, e versão (ED) equipada com ajuste de guidão, freio dianteiro a disco e traseiro a tambor com preço sugerido de R$ 9.350,00 + frete.

Para cima dele Anderson, show de bola kkkk

Projeto que obriga motociclista a usar colete com airbag passa por comissão no Senado


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De acordo com o Projeto de Lei 404/2012, os condutores e passageiros de motocicletas no Brasil podem ser obrigados a usar colete ou jaqueta com airbag. O projeto com algumas alterações foi aprovado nesta quarta-feira (3) pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado. A proposta ainda deve passar por pelo menos outras duas comissões na casa e, se aprovada, segue para a Câmara dos Deputados.
O texto aprovado estabelece que os motociclistas terão prazo de três anos para adaptação do colete com airbag. A proposta também altera a Lei dos Motoboys (Lei 12.009/2009) para obrigar o uso de dispositivos retrorreflexivos nas roupas. O vestuário de segurança deverá ser dado aos motoboys pelas empresas ou pessoa que empregar ou contratar o condutor, quando o motociclista trabalhar como autônomo.
Além do colete airbag, também constam como itens obrigatórios capacete, botas, luvas e vestimenta que cubra todo o corpo. O texto também altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) – Lei 9.503/1997 – para determinar que a não utilização desses equipamentos de segurança, tanto pelo motociclista quanto pelo passageiro, seja considerada infração gravíssima.

Motocicleta com tecnologia inédita traz segurança e fará estreia em 2014.

Estrutura permite ao veículo fazer curvas como motos convencionais.


Protótipo Yamaha de três rodas (Foto: Divulgação)Protótipo Yamaha de três rodas (Foto: Divulgação)


A fabricante japonesa Yamaha anunciou nesta quarta-feira (3), em Tóquio, que lançará, em 2014, sua primeira moto de três rodas. De acordo com a empresa, o produto será diferente dos atuais scooters de três rodas, como Piaggio MP3 e o Peugeot Metropolis, trazendo mais esportividade, enquanto os modelos já existentes são mais urbanos. O objetivo da configuração é trazer mais estabilidade ao veículo.
 Ainda não existem informações técnicas do modelo e a fabricante divulgou apenas uma imagem com o veículo camuflado. Apesar da estrutura, com duas rodas na dianteira e uma na traseira, o modelo funciona diferente de um
triciclo comum, já que a suspensão dianteira permite ao veículo fazer curvas como uma moto de duas rodas. A tecnologia é semelhante a utilizada no MP3 e Metropolis.
Além da nova moto, a Yamaha divulgou planos para o futuro e disse que lançará 250 novos produtos em três anos, entre motos, scooters e implementos aquáticos.
Presidente da Yamaha, Hiroyuki Yanagi, durante anuncio nesta quarta-feira (3), em Tóquio (Foto: YOSHIKAZU TSUNO / AFP)Presidente da Yamaha, Hiroyuki Yanagi, durante anuncio nesta quarta-feira (3), em Tóquio
(Foto: YOSHIKAZU TSUNO / AFP)

Veja as 10 motos mais vendidas no primeiro semestre de 2013

 


No primeiro semestre de 2013 o mercado de motocicletas caiu 11,83% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com os dados divulgados pela Fenabrave (Federação das Concessionárias).  No entanto, ainda foram comercializadas até o fechamento de junho 748.252 unidades de motos em todo o Brasil. Um número expressivo se comparado á outros países.
Sobre as montadoras as posições permaneceram as mesmas, com domínio da Honda, com mais de 80% do mercado nacional, seguido por Yamaha, Suzuki e Dafra. Confira!
Marca
Mercado
Motos vendidas 1º Sem. 2013
Honda
80,74%
604.161
Yamaha
10,43%
78.077
Suzuki
1,99%
14.861
Dafra
1,74%
12.999

Confira as 10 motos mais vendidas no 1º semestre de 2013 
 
Marca
Modelo
Nº de vendas 1 Sem. 2013
1º
Honda
CG 150
174.233
2º
Honda
Biz
121.362
3º
Honda
CG 125
101.393
4º
Honda
NXR 150
84.926
5º
Honda
Pop
49.834
6º
Yamaha
YBR Factor 125
37.858
7º
Honda
CB 300R
24.044
8º
Honda
XRE 300
16.114
9º
Honda
NXR 125
11.965
10º
Yamaha
Fazer 250
11.811

Confira as 10 motos acima de 600cc mais vendidas no 1º semestre de 2013  
 
Marca
Modelo
Nº de vendas 1 Sem. 2013
1º
Honda
CB 600 Hornet
2.154
2º
Yamaha
XJ6
1.800
3º
Yamaha
XT 660
1.380
4º
BMW
F 800 GS
1.316
5º
Honda
CB 1000R
1.182
6º
Honda
CBR 600F
994
7º
Honda
NC 700X
964
8º
BMW
G 650 GS
948
9º
Honda
XL 700 Transalp
587
10º
BMW
R 1200 GS
551
 Fotos: Divulgação

Papa Francisco recebe chaves do 'papamóvel' e bicicleta elétrica

Modelo Mercedes Classe M exclusivo será utilizado durante visita ao Brasil.
Veículo de duas rodas de luxo é da Smart, marca do mesmo grupo.

Papa Francisco recebe bicicleta elétrica de Dieter Zetsche, presidente da Mercedes (Foto: Divulgação) 
Papa Francisco ganha bicicleta elétrica de Dieter Zetsche, presidente da Mercedes-Benz (Foto: Divulgação)
A Mercedes-Benz entregou ao Papa Francisco as chaves do veículo que será utilizado durante sua visita ao Brasil em julho, na Jornada Mundial da Juventude. De acordo com a empresa, o modelo Classe M foi feito especialmente para o pontífice. Além do "papamóvel", a fabricante alemã presenteou Francisco com uma bicicleta de luxo da submarca Smart.
A cerimônia ocorreu de forma reservada na terça-feira (2), no Vaticano, e contou com a presença do presidente da Mercedes, Dieter Zetsche. Durante o encontro, os dois conversaram sobre sustentabilidade e mobilidade segura.
Papa Francisco recebe chaves do Classe M (Foto: Divulgação) 
Papa Francisco recebe chaves do Classe M (Foto: Divulgação)
Classe M feito especialmente para o Papa (Foto: Divulgação)Classe M feito especialmente para o Papa (Foto: Divulgação)

 

Suzuki GSR 750 ganha versão mais barata, sem ABS, por R$ 34.900


Suzuki GXR 750 (Foto: Divulgação) 
Suzuki GXR 750 (Foto: Divulgação)
A Suzuki revelou nesta sexta-feira (5) que a versão sem ABS da GSR 750 chegará às concessionárias da empresa em no início de agosto por R$ 34.900. O modelo se juntará a versão com ABS, que custa R$ 36.900 e foi lançada em maio pela J. Toledo, representante da marca no país, junto a mais quatro motos. Com motor de quatro cilindros e 750 cilindradas, a GSR 750 se encaixa na categoria de motos naked - sem carenagens - com pegada esportiva.
De acordo com a fabricante, seu propulsor gera 106 cavalos de potência a 10.000 rpm e 8,16 kgfm de torque a 9.000 rpm. Seu conjunto é herdado da esportiva GSX-R 750 e tem 213 kg em ordem de marcha, com tanque de 17,5 litros.

Ducati abre primeira loja no Brasil e moto 'de entrada' parte de R$ 37.900

Monster 796 é montada em Manaus e tem motor de 87 cavalos.
Empresa terá 10 concessionárias no país até o final do ano.


Ducati Monster 796 (Foto: Divulgação) 
Ducati Monster 796 (Foto: Divulgação)

Após iniciar operação própria no Brasil no final de 2012, a Ducati acaba de abrir sua primeira concessionária no país, em São Paulo. Com a inauguração, a empresa também lançou a Monster 796, por R$ 37.900. Montada em Manaus, a moto é o modelo "de entrada" da fabricante de motos de luxo no Brasil. Além dela, a italiana Ducati também comercializa a Diavel, a partir de R$ 56.900.


Fonte: autoesporte

 

Dicas para motos no inverno

Com temperaturas variando entre 10ºC e 20ºC este ano, mas podendo ficar próxima do zero em regiões serranas, o inverno não pode ser desculpa para sua moto ficar parada, principalmente por ser uma estação de poucas chuvas. Separamos dicas para você colocar sua motocicleta na estrada e viajar com mais conforto e segurança.
Culpar o calor para não rodar com equipamento completo não adianta: bota, calça, jaqueta, luvas e capacete tem de estar presentes. Só que, além disso, é preciso escolher uma vestimenta apropriada para baixas temperaturas. Tudo começa com a roupa de baixo.

VÁRIAS CAMADAS
Nunca subestime o frio. Muitas vezes ele pode parecer ameno, mas a sensação térmica na moto é de mais frio em função do vento. "Pilotar tremendo de frio pode ser perigoso, já que o motociclista desvia a atenção da estrada", alerta Diego Miranda, 30 anos, instrutor de pilotagem do Centro Educacional de Trânsito Honda (CETH).

A regra é vestir várias camadas de roupas para evitar que o vento faça você perder calor, principalmente em altas velocidades. "Nessa época aconselhamos o motociclista a vestir diversas roupas e aprimorar seu equipamento de proteção", explica Miranda.
Há no mercado algumas opções de "segunda pele", roupas de tecido sintético para usar por baixo da roupa normal. Algumas podem ser caras, mas compensam o investimento porque duram bastante. Mas se você quiser economizar, boa dica é investir no "minhocão", aquelas ceroulas de algodão que pode ser usada por baixo da calça, e camisetas de manga comprida.

Outra dica importante é escolher uma jaqueta versátil, que tenha forro térmico interno que possa ser removido. Dessa forma, a jaqueta servirá para dias quentes e frios. Há também calças com forro interno removível.
Aproveite e já opte por equipamentos repelentes à água -- eles não são impermeáveis, mas ajudam a proteger de uma garoa, por exemplo, e costumam proteger melhor contra o frio. O tecido mais comum é a cordura, espécie de poliéster reforçado. Por ser sintético, ele seca mais facilmente e é mais leve que couro. Não se esqueça de que tanto a jaqueta como a calça devem ter protetores rígidos internos.

  • Mario Villaescusa/Infomoto 
  • Estar bem vestido (com várias camadas de roupa e o equipamento de proteção) é essencial
ACESSÓRIOS
As luvas também devem ser mais grossas que as usadas normalmente. Alguns motociclistas reclamam que luvas reforçadas prejudicam a sensibilidade, mas o frio é ainda pior. "Depois de alguns quilômetros de vento gelado os dedos ficam enrijecidos e perdem a sensibilidade. Isso atrapalha a pilotagem", conclui o instrutor da Honda.
Caso o frio seja muito intenso, pode-se também recorrer à balaclava -- toucas que pilotos profissionais usam -- para proteger rosto e pescoço.
PREPARANDO A MOTO
A motocicleta também pode sofrer com as baixas temperaturas. A dica do manual do proprietário e de vários mecânicos é a mesma: aquecer o motor. Não precisa ligar a moto e voltar para tomar banho, mas vale dar partida e deixá-la funcionando entre três e cinco minutos antes de partir.

Como a temperatura ambiente é baixa, todos os fluidos também estão resfriados. Esse aquecimento evita desgaste prematuro de peças do motor. O combustível mais quente também contribui para o rendimento da moto. Portanto o sistema elétrico -- a bateria, principalmente --- deve estar em boas condições, já que nesta época costuma ser mais exigido.

"O ideal é que mesmo depois de aquecer a moto, o motociclista pilote por mais cinco minutos com bastante cautela e atenção redobrada", acrescenta Miranda, da Honda. Isso serve para que outros fluidos, como o de freio e o óleo da suspensão, também atinjam a temperatura ideal. Vale lembrar que o pneu também leva alguns minutos para aquecer e oferecer a aderência necessária.

Para quem vai fazer longas viagens, pode-se investir em um aquecedor de manoplas -- há motos, como a BMW G 650 GS, que tem esta opção como item de série, mas há ainda a possibilidade de instalar o equipamento como acessório. Kawasaki e Yamaha, entre outras, têm esse item de fábrica. Procure instalá-lo em um mecânico de confiança, caso queria fazer o serviço fora da concessinária.

  • Infomoto 
  • Além das vestimentas próprias, a motocicleta também deve ser preparada para os dias frios
CUIDADO NA PISTA
Além da preocupação com as vestimentas e com a moto, é importante ficar atento à pista. Em regiões serranas, as temperaturas podem ficar próximas ou abaixo de zero. Nessas condições, a umidade do ar da madrugada pode formar uma fina camada de gelo sobre a pista e deixá-la escorregadia. Esse fenômeno já foi observado até mesmo na cidade de Campos do Jordão, no interior de São Paulo.
Nessa hora, o ideal é pilotar sem trancos e não fazer curvas muito rapidamente. Uma dica é não sair muito cedo para viajar. Não antes de o sol nascer e aquecer, pelo menos um pouco, a estrada, fazendo com que o gelo derreta.

Vai comprar uma moto? Antes de decidir, olhe no espelho

O tão ansiado momento da compra de uma motocicleta chegou. E aí? Seja para os que vão comprar a primeira moto, seja para os que já vivem há tempos no mundo das duas rodas, a hora é delicada, capaz de tirar o sono. As dúvidas são muitas, e as considerações vão bem além do mais prosaico dos problemas, e quase sempre determinante: o dinheiro.
O mais óbvio e melhor dos conselhos é conter ao máximo o endividamento. O ideal é limitar os desejos a um bem que efetivamente possa ser pago sem grande sacrifício, lembrando que motos, assim como carros, são sujeitas a forte depreciação e não devem ser vistas como investimento. E é importante não desconsiderar os custos de manutenção e seguro, este verdadeiramente impeditivo em alguns casos, dependendo do perfil do usuário e da localidade em que reside.
Passada essa "pincelada" na parte chata – custo de aquisição, manutenção e preservação do bem – vamos a questões bem mais amenas de se tratar, ou seja, as variáveis na escolha de uma moto. Reservo abaixo algumas considerações fundamentais para a compra da primeira ou da 15ª moto da sua vida.
TAMANHO É DOCUMENTO
Motos têm diferentes alturas
do banco ao solo
(veja exemplos)
BAIXA - Suzuki Burgman 125i - 730 mm

Suzuki Burgman 125i (Foto: Divulgação)
MÉDIA - Honda Hornet - 800 mm
Honda CB 600F Hornet (Foto: Divulgação)
ALTA - Yamaha Ténéré 660 - 896 mm
Yamaha XT 660Z Ténéré (Foto: Divulgação)
Altão, baixinho ou pesado?
O espelho, preferencialmente um dos grandes, onde você se veja de corpo inteiro, é um bom começo para a escolha, especialmente para iniciantes no guidão. Se você é um gigante ou a balança frequenta a escala na área dos três dígitos, muita atenção, pois não será qualquer moto que garantirá a devida segurança.
A capacidade de frear e contornar curvas e obstáculos de qualquer veículo levando uma importante massa corpórea fica comprometida e, assim, se você é grandão, pesadão, ou ambos, fuja dos modelos pequenos. A não ser que você queira roubar o emprego do urso no circo...

Na outra extremidade dessa análise, digamos, literalmente reflexiva, estão aqueles cuja estatura não é privilegiada, a turma que na escola ou no trabalho recebe carinhosos apelidos, mas sempre no diminutivo.
Para estes algumas motos são especialmente cruéis, exigindo aplicar o verbo "escalar" no lugar do mais usual "montar". Novato e baixo? A moto alta é tremendamente contraindicada, uma vez que conseguir colocar os pés no solo de forma rápida é parte indissociável do aprendizado nas artes do guidão.

Uma outra olhada no “espelho”, desta vez o de sua consciência, vai evitar dissabores futuros. Seja honesto consigo mesmo: não superestime sua habilidade. Parta do pressuposto de que você ainda tem tudo (para os iniciantes) ou muito (para os iniciados) o que aprender. Posto isso, lembre-se que motos são seres inanimados e quem deverá estar no comando, sempre, é você.

Começar com uma supermoto ultrapotente pode parecer um desafio fascinante, mas logo será perceptível o quanto é frustrante não poder domar tanta potência convenientemente. E, mesmo aos que se consideram habilidosos e experimentados, com bons quilômetros no currículo de motociclista, um aviso: as atuais superesportivas só são realmente aproveitáveis por superpilotos.
FORÇA NA MEDIDA CERTA
Veja exemplos de potência no mercado
MENOS POTENTE - Kasinski Soft 50
- 3,5 cavalos
Kasinski Soft 50 (Foto: Divulgação)
MÉDIA - Triumph Tiger 800XC - 95 cv
Triumph Tiger 800XC (Foto: Divulgação)
MUITO POTENTE - Kawasaki Ninja
ZX-14R - 210 cv
Kawasaki Ninja ZX-14R (Foto: Divulgação)
Na verdade elas são belos e sedutores "cartões de visita" tecnológicos dos fabricantes, mas sua utilização em ruas e estradas é, na maior parte das ocasiões, frustrante, seja por conta do desconforto da posição de pilotagem, idealizada para uso em pista, como pelo funcionamento inadequado deste tipo de moto em baixa velocidade, ou pela cada vez mais rígida fiscalização.
Para que quer a moto?
A mais importante questão que deve ser respondida por quem se propõe a comprar uma moto é acerca de sua utilização: qual será o tipo de uso? Se a resposta for "meio de transporte urbano", itens como agilidade, praticidade e economia de exercício são os alvos prioritários.
Contudo, se a isso se somar o uso para lazer nos fins de semana, em viagens curtas e com a presença de alguma bagagem e companhia na garupa, há de se prever maior capacidade de carga e potência, que elimina da lista veículos eminentemente urbanos como os práticos scooters e motonetas.

Um simpático Burgman 125i ou uma Honda Biz são imbatíveis no vai e vem da cidade. Mas, para aquela esticada ao sítio ou à praia, com namorada a tiracolo, deixam muito a desejar. Já uma pequena utilitária de 150 cilindradas ou, melhor ainda, de 250 cc ou pouco mais que isso, segura bem a onda destes passeios desde que limitados a 100-150 km de distância.

E se houver estradas de terra nos trajetos do dia a dia ou nos de lazer, as trail, com seus pneus mistos e maior curso de suspensão, são ideais.
Mas, atenção: quanto maior, mais alta e pesada for a moto, menos econômica ela será e mais habilidade exigirá para uma condução segura.

Está de olho na Harley?
O brilho do metal cromado e a pulsante batida dos motores das motos custom, da qual a maior representante é a americaníssima Harley-Davidson, tem gerado um interessante fenômeno: o resgate de motociclistas que se afastaram do guidão em épocas passadas. Muitos abandonaram a moto por causa do casamento, da chegada de filhos, do emprego com terno e gravata e da vida de homem "sério".
PESO-PENA x PESO-PESADO
Veja exemplos de massas de motos
LEVE - Dafra Super 50 - 94 kg
Dafra Super 50 (Foto: Divulgação)
MÉDIA - BMW G 650 GS - 193 kg
BMW G 650 GS (Foto: Divulgação)
PESADA - Harley-Davidson Electra
Glide Ultra Limited - 413 kg
Harley-Davidson Electra Glide Ultra Limited (Foto: Divulgação)
Cumpridas as tarefas sociais e profissionais, com os filhos criados e bolso fornido, tais quarentões se voltam em boa parte ao mundo custom e suas motos chamativas, imponentes e com dirigibilidade fácil por conta da baixa distância do assento em relação ao solo, apesar do peso e volume exagerado característico deste tipo de máquina.

Para esta tribo de motociclistas de volta ao ninho, um recado: não se superestime. Por mais que você tenha sido um voraz motociclista na sua juventude, exagerar no "calibre" de sua reluzente custom pode ser um erro. Prefira começar com modelos mais leves e fáceis de tocar para este regresso ao “Planeta Moto”.

Uma outra turma muito em voga, não apenas no Brasil, mas em todo o planeta, é formada pelos que admiram as motos criadas para grandes viagens e aventuras. Os maiores exemplos são a grã-turismo Honda Goldwing, um verdadeiro transatlântico sobre rodas, e a BMW R 1200 GS, a maxienduro favorita dos que sonham em dar um "pulinho" até a Patagônia, cruzar as estepes siberianas ou passar o próximo feriado prolongado no deserto do Jalapão.

A estes candidatos a alcançar quilometragens recorde ao guidão, vale lembrar que tais motos exigem pernas fortes (e longas, no caso das maxienduro) e destreza acima do padrão. Invariavelmente dotadas de grandes tanques e malas, por causa do grande volume e peso, elas requerem especial atenção nas manobras em baixa velocidade. Podem parecer lindas e chamativas, tentadoras para se exibir na avenida da praia ou nos locais da moda, mas tremendamente inadequadas em situações de uso urbano.

Para elas, vale discurso parecido com o feito para as superesportivas: use-as no ambiente para as quais foram criadas. A pista, para as esportivas, ou a estrada, para as GT e maxienduro.

Enfim, o resumo é o seguinte: escolha a moto que bem entender, mas leve em consideração os pontos básicos descritos acima. O mais importante deles, certamente, é botar seu bom-senso para funcionar. E seja feliz.