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BMW terá fábrica de motos no Brasil e montará a G 310 R

Modelo de baixa cilindrada está previsto para o 2º semestre de 2016.
Projeto foi aprovado em Manaus e terá investimento de US$ 25,8 milhões.

A BMW terá sua própria fábrica de motos em Manaus para montar sua futura moto de baixa cilindrada, a G 310 R, revelada no Salão de Milão 2015.

Historia da Moto

A motocicleta foi inventada simultaneamente por um americano e um francês, sem se conhecerem e pesquisando em seus países de origem. Sylvester Roper nos Estados Unidos e Louis Perreaux, do outro lado do atlântico, fabricaram um tipo de bicicleta equipada com motor a vapor em 1869. Nessa época os navios e locomotivas movidas a vapor já eram comuns, tanto na Europa como nos EUA, e na França e na Inglaterra os ônibus a vapor já estavam circulando normalmente. As experiências para se adaptar um motor a vapor em veículos leves foram se sucedendo, e mesmo com o advento do motor a gasolina, continuou até 1920, quando foram abandonadas definitivamente.

 


Primeira motocicleta com motor de combustão interna, foi fabricada na Alemanha por Gottlieb Daimler, em 1885
O inventor da motocicleta com motor de combustão interna foi o alemão Gottlieb Daimler, que, ajudado por Wilhelm Maybach, em 1885, instalou um motor a gasolina de um cilindro, leve e rápido, numa bicicleta de madeira adaptada, com o objetivo de testar a praticidade do novo propulsor. A glória de ser o primeiro piloto de uma moto acionada por um motor (combustão interna) foi de Paul Daimler, um garoto de 16 anos filho de Gottlieb. O curioso nessa história é que Daimler, um dos pais do automóvel, não teve a menor intenção de fabricar veículos motorizados sobre duas rodas. O fato é que, depois dessa máquina pioneira, nunca mais ele construiu outra, dedicando-se exclusivamente ao automóvel.

Onde colocar o motor?
 

Ciclomotor de 48cm3: primeiro modelo criado pela Honda, em 1948
O motor de combustão interna possibilitou a fabricação de motocicletas em escala industrial, mas o motor de Daimler e Maybach, que funcionava pelo ciclo Otto e tinha quatro tempos, dividia a preferência com os motores de dois tempos, que eram menores, mais leves e mais baratos. No entanto, o problema maior dos fabricantes de ciclomotores - veículos intermediários entre a bicicleta e a motocicleta - era onde instalar o propulsor: se atrás do selim ou na frente do guidão, dentro ou sob o quadro da bicicleta, no cubo da roda dianteira ou da traseira? Como de início não houve um consenso, todas essas alternativas foram adotadas e ainda existem exemplares de vários modelos. Só no início do século XX os fabricantes chegaram a um consenso sobre o melhor local para se instalar o motor, ou seja, a parte interna do triângulo formado pelo quadro, norma seguida até os dias atuais.

A primeira fábrica
 

Neckarsülm alemã de 1906, a motocicleta mais antiga na exposição do Museu Histórico Nacional
A primeira fábrica de motocicletas surgiu em 1894, na Alemanha, e se chamava Hildebrandt & Wolfmüller. No ano seguinte construíram a fábrica Stern e em 1896 apareceram a Bougery, na França, e a Excelsior, na Inglaterra. No início do século XX já existiam cerca de 43 fábricas espalhadas pela Europa. Muitas indústrias pequenas surgiram desde então e, já em 1910, existiam 394 empresas do ramo no mundo, 208 delas na Inglaterra. A maioria fechou por não resistir à concorrência. Nos Estados Unidos as primeiras fábricas - Columbia, Orient e Minneapolis - surgiram em 1900, chegando a 20 empresas em 1910.
Tamanha era a concorrência que fabricantes do mundo inteiro começaram a introduzir inovações e aperfeiçoamentos, cada um deles tentando ser mais original. Estavam disponíveis motores de um a cinco cilindros, de dois a quatro tempos. As suspensões foram aperfeiçoadas para oferecer maior conforto e segurança. A fábrica alemã NSU já oferecia, em 1914, a suspensão traseira do tipo monochoque (usado até hoje). A Minneapollis inventou um sistema de suspensão dianteira que se generalizou na década de 50 e continua sendo usada, hoje mais aperfeiçoada. Mas a moto mais confortável existente em 1914 e durante toda a década era a Indian de 998cm3 que possuía braços oscilantes na suspensão traseira e partida elétrica, um requinte que só foi adotado pelas outras marcas recentemente. Em 1923 a motocicleta inglesa Douglas já utilizava os freios a disco em provas de velocidade. Porém, foi nos motores que se observou a maior evolução, a tecnologia alcançando níveis jamais imaginados. Apenas como comparação, seriam necessários mais de 260 motores iguais ao da primeira motocicleta para se obter uma potência equivalente a uma moto moderna de mil cilindradas. Após a Segunda Grande Guerra, observou-se a invasão progressiva das máquina japonesas no mercado mundial. Fabricando motos com alta tecnologia, design moderno, motor potente e leve, confortáveis e baratas, o Japão causou o fechamento de fábricas no mundo inteiro. Nos EUA só restou a tradicional Harley-Davidson. Mas hoje o mercado está equilibrado e com espaço para todo mundo.

A Motocicleta no Brasil
A história da motocicleta no Brasil começa no início do século passado com a importação de muitas motos européias e algumas de fabricação americana, juntamente com veículos similares como sidecars e triciclos com motores. No final da década de 10 já existiam cerca de 19 marcas rodando no país, entre elas as americanas Indian e Harley-Davidson, a belga FN de 4 cilindros, a inglesa Henderson e a alemã NSU. A grande diversidade de modelos de motos provocou o aparecimento de diversos clubes e de competições, como o raid do Rio de Janeiro a São Paulo, numa época em que não existia nem a antiga estrada Rio-São Paulo.
No final da década de 30 começaram a chegar ao Brasil as máquinas japonesas, a primeira da marca Asahi. Durante a guerra as importações de motos foram suspensas, mas retornaram com força após o final do conflito. Chegaram NSU, BMW, Zündapp (alemãs), Triumph, Norton, Vincent, Royal-Enfield, Matchless (inglesas), Indian e Harley-Davidson (americanas), Guzzi (italiana), Jawa (tcheca), entre outras.
A primeira motocicleta fabricada no Brasil foi a Monark (ainda com motor inglês BSA de 125cm3), em 1951. Depois a fábrica lançou três modelos maiores com propulsores CZ e Jawa, da Tchecoslováquia e um ciclomotor (Monareta) equipado com motor NSU alemão. Nesta mesma década apareceram em São Paulo as motonetas Lambreta, Saci e Moskito e no Rio de Janeiro começaram a fabricar a Iso, que vinha com um motor italiano de 150cm3, a Vespa e o Gulliver, um ciclomotor.
O crescimento da indústria automobilística no Brasil, juntamente com a facilidade de compra dos carros, a partir da década de 60, praticamente paralisou a indústria de motocicletas. Somente na década de 70 o motociclismo ressurgiu com força, verificando-se a importação de motos japonesas (Honda,Yamaha, Susuki) e italianas. Surgiram também as brasileiras FBM e a AVL. No final dos anos 70, início dos 80, surgiram várias montadoras, como a Honda, Yamaha, Piaggio, Brumana, Motovi (nome usado pela Harley-Davidson na fábrica do Brasil), Alpina, etc. Nos anos 80 observou-se outra retração no mercado de motocicletas, quando várias montadoras fecharam as portas. Foi quando apareceu a maior motocicleta do mundo, a Amazonas, que tinha motor Volkswagen de 1600cm3. Atualmente a Honda e a Yamaha dominam o mercado brasileiro, mas aí já deixou de ser história.

As motos mais vendidas em 2012

A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) divulgou nesta quarta-feira (2) as motos mais vendidas em cada uma das oito categorias durante 2012. A líder de mercado Honda, que fechou o ano passado com 79,64% de participação em vendas de motocicletas no Brasil, chegando a emplacar 1.304.164 unidades, teve produtos como os mais vendidos em cinco categorias. A Yamaha, que possui 10,5% do mercado, e finalizou o 2012 na 2ª posição do ranking, teve moto mais vendida em apenas uma categoria.

Kasinski (5ª colocado) e Harley-Davidson (10º colocado) levaram um segmento cada. Veja abaixo quem foram os cinco mais vendidos entre cada segmento. As categorias a que a elas pertencem são segundo a Fenabrave.

CITY
Honda CG 150 Fan (Foto: Divulgação)Honda CG 150 Fan (Foto: Divulgação)
1º Honda CG 150 - 379.874 unidades
2º Honda CG 125 - 285.313
3º  Yamaha YBR 125 - 82.184
4º Honda CB 300R - 57.471
5º Yamaha Fazer 250 - 25.640
6º Suzuki Intruder 125 - 8.517
7º Dafra Riva 150 - 8.397
8º Suzuki EN 125 - 7.175
9º Suzuki GSR 150i - 5.916
10º Kasinski Comet 150 - 5.647



CUSTOM
Kasinski Mirage 150 (Foto: Divulgação)Kasinski Mirage 150 (Foto: Divulgação)
1º Kasinski Mirage 150 - 2.507
2º Dafra Kansas 150 - 1.832
3º Kasinski Mirage 250 - 1.418
4º Yamaha 950 Midnight Star - 1.142
5º Harley-Davidson XL 883 - 831
6º Harley-Davidson Fat Boy - 736
7º Harley-Davidson V-Rod - 731
8º Honda Shadow 750 - 709
9º Harley-Davidson XL 1200 - 533
10º Suzuki Boulevard M800 - 502


MAXTRAIL
Yamaha XT 660R (Foto: Divulgação)Yamaha XT 660R (Foto: Divulgação)
1º Yamaha XT 660
2º BMW F 800 GS
3º Honda XL 700V Transalp
4º BMW G 650 GS
5º Suzuki DL 650 V-Strom
6º BMW R 1200 GS
7º Kawasaki Versys 1000
8º Yamaha Super Ténéré 1200
9º Kawasaki Versys 1000
10º Triumph Tiger 800 XC


NAKED
Honda CB 600F Hornet (Foto: Divulgação)Honda CB 600F Hornet (Foto: Divulgação)
1º Honda CB 600 Hornet - 4.279
2º Yamaha XJ6 N - 3.565
3º Honda CB 1000R - 1.995
4º Kawasaki Z750 - 1.252
5º Kawasaki ER-6n - 1.174
6º BMW F 800 R - 1.048
7º Kawasaki Z1000 - 524
8º Suzuki Bandit 650 - 468
9º Suzuki Bandit 1250 - 405
10º Harley-Davidson XR 1200 - 276

SCOOTER/CUB
Honda Biz 125 (Foto: Divulgação)Honda Biz 125 (Foto: Divulgação)
1º Honda Biz - 222.557
2º Honda Pop 100 - 95.759
3º Yamaha Crypton - 23.174
4º Honda Lead 110 - 17.128
5º Suzuki Burgman - 7.941
6º Yamaha Neo - 4.029
7º Shineray XY 50 - 3.617
8º Flash MV Teen 50 - 3.103
9º Dafra Zig 100 - 3.027
10º Kasinski Soft - 2.801

SPORT
Honda CBR 250R (Foto: Divulgação)Honda CBR 250R (Foto: Divulgação)
1º Honda CBR 250R - 3.334
2º Kawasaki Ninja 250R - 3.213
3º Kasinski Comet GT 250R - 2.365
4º Honda CB 600F - 2.341
5º Honda CBR 1000RR - 1.089
6º Honda CBR 600RR - 712
7º BMW S 1000 RR - 702
8º Suzuki GSX-R 750 - 613
9º Kawasaki Ninja ZX-10R - 546
10º Kawsaki Ninja 650 - 541

TOURING
Harley-Davidson FLSTC Heritage Softail (Foto: Divulgação)Harley-Davidson Heritage Softail (Foto: Divulgação)
1º Harley-Davidson Heritage Softail - 273
2º Harley-Davidson FLHX Street Glide - 265
3º Harley-Davidson Road King Class. - 229
4º BMW K 1600 - 228
5º Harley-Davidson Electra Limited - 217
6º Honda Goldwing GL 1800 - 57
7º Kawasaki Concours - 34
8º BMW R 1200 - 8
9º Harley-Davidson Ultra Electra Glide - 6
10º Kawasaki Police 1000 - 5



TRAIL
Honda NXR 150 Bros (Foto: Divulgação)Honda NXR 150 Bros (Foto: Divulgação)
1º Honda NXR 150 Bros - 192.580
2º Honda XRE 300 - 33.307
3º Yamaha XTZ 125 - 12.923
4º Yamaha XTZ 250 - 9.198
5º Yamaha Lander - 6.342
6º Shineray XY 150GY - 5.187
7º Kasinski CRZ 150 - 2.296
8º Honda NC 700X - 1.125
9º Honda NX-4 Falcon - 1.124
10 Traxx JH 125 - 519

As motos mais esperadas de 2013

BMW
BMW R 1200 GS (Foto: Divulgação)
R 1200 GS
O modelo de maior sucesso da BMW Motorrad foi totalmente alterado em 2012, fazendo sua estreia no Salão de Colônia, na Alemanha. Além de nova cara, a aventureira recebeu refrigeração líquida e o motor está mais forte, agora rendendo 125 cavalos de potência e 12,74 kgfm de torque. A suspensão passa contar com sistema semiativo, que se adapta automaticamente ao piso.
BMW F 700 GS (Foto: Divulgação)
F 700 GS
A BMW evoluiu a F 650 GS, que havia saído de linha no Brasil, transformando-a em F 700 GS. Apesar da nomenclatura, seu propulsor é o mesmo bicilíndrico de 798 cilindradas que equipa a F 800 GS.  Ele gera 76 cavalos de potência e 7,85 kgfm de torque. Em relação a F 800 GS, a F 700 GS tem sugestão mais on-road, com roda de 19 polegadas na dianteira, com liga-leve em ambos os trens.
bmw f 800 gs (Foto: Divulgação)
F 800 GS
Renovada pela marca alemã em 2012, assim como a R 1200 GS, deve ser atualizada no Brasil. Em comparação com sua irmã maior, as modificações não foram tão grandes na F 800 GS. Além de retoque no visual, o modelo passa a contar com controle de estabilidade e suspensões de ajuste eletrônico como opcionais. A proposta segue aventureira, com roda raiada de 21 polegadas na dianteira.
BMW F800 GT (Foto: Rafael Miotto/G1)
F 800 GT
Lançada mundialmente no Salão de Milão 2012, a F 800 GT chega às lojas da Europa em 2013. Durante a “première”, o presidente da BMW Motorrad, Stephan Schaller, confirmou ao G1 a chegada da GT ao Brasil, ainda sem data definida.
Utilizando a mesma base mecânica presente em F 800 GS e F 800 R, a GT tem a ambição de ser uma “grã-turismo”, ou seja, uma moto para longas viagens.  É a evolução da antiga F 800 ST.

DAFRA
scooters (Foto: Rafael Miotto/G1)
Novos scooters
A Dafra confirmou ao G1 durante o Salão de Milão que apresentará dois novos scooters para o mercado brasileiro no próximo Salão Duas Rodas. No entanto, a empresa brasileira não revelou de qual de seus parceiros as novidades virão. Em Milão, a SYM apresentou nova versão do Citycom 300i (foto ao lado), que, segundo a Dafra, será evolução natural para o Brasil.

DUCATI
Ducati 848 (Foto: Divulgação)
848
Após o anúncio do retorno da Ducati ao Brasil, com operação própria e linha de montagem em Manaus, as possibilidades são grandes. Aos poucos, a empresa deve ir disponibilizando suas motos no Brasil. A tradicional esportiva 848, com seu motor bicilíndrico de 140 cavalos, é uma das que poderão vir para o país.

Ducati Diavel (Foto: Caio Kenki/G1)
Diavel
A Diavel é o único modelo confirmado pela marca italiana para o Brasil até então. Ela já está sendo montada pela Dafra em Manaus e começa ser vendida em 2013, quando as primeiras lojas abrirem. Com estilo misto de custom e naked, o modelo tem "motorzão" de 1.198,4 cm³ e 162 cavalos de potência.

Ducati Hypermotard (Foto: Rafael Miotto/G1)
Hypermotard
Apresentada pela Ducati no Salão de Milão 2012, a nova geração da Hypermotard tem o objetivo de ser mais acessível, em termos de pilotagem, que a antiga versão, mas mantendo a proposta de diversão. Conta com motor bicilíndrico de 821,1 cilindradas capaz de alcançar 110 cavalos de potência e 9,1 kgfm de torque.


Harley-Davidson Dyna Super Glide Custom 110th Anniversary Edition (Foto: Divulgação)
Dyna Super Glide Custom 110th Anniversary Edition
Em 2013, a Harley-Davidson comemora 110 anos de história e 4 modelos comemorativos serão lançados no Brasil - todos com grafismos e acabamentos especiais. A Dyna Super Glide Custom 110th Anniversary Edition é um deles. Ela chega custando R$ 41.900.

Harley-Davidson Electra Glide Ultra Limited 110th Anniversary Edition (Foto: Divulgação)
Electra Glide Ultra Limited 110th Anniversary Edition
Equipada com motor de 1.700 cm³ e transmissão de seis velocidades, o modelo tem suspensão traseira ajustável a ar e freios Brembo, com discos duplos na dianteira e ABS de série. A moto conta com sistema de som, com quatro alto-falantes, manoplas com aquecimento, controle automático, e malas rígidas. Tem preço sugerido de R$ 74.900.

Harley; 110; anos; edições; especiais; aniversário; 1200; custom; Davidson; heritage; softail (Foto: Divulgação)
Heritage Softail Classic 110th Anniversary Edition
Com motor de dois cilindros e 1600 cm³, a Heritage Softail Classic 110th Anniversary Edition será uma das motos comemorativas disponíveis no Brasil. Ela possui transmissão de seis velocidades e freios com ABS de série. O preço sugerido pela Harley-Davidson é de R$ 54.900.


Harley; 110; anos; edições; especiais; aniversário; 1200; custom; Davidson; fat; boy; lo (Foto: Divulgação)
Fat Boy Special 110th Anniversary Edition
Utilizando como base um dos modelos de maior sucesso da empresa, a motocicleta mantém sua aparência dark. O modelo é tem motor de dois cilindros e 1600 cm³ em conjunto com transmissão de seis velocidades. Seu escapamento é duplo e os freios possuem ABS de série. A Fat Boy Special 110th Anniversary Edition custa R$ 53.500.

HONDA
Honda CB 300R flex (Foto: Divulgação)
CB 300R flex
Após o lançamento da Yamaha Fazer 250 flex em 2012, a Honda confirmou para 2013 a chegada versão bicombustível da CB 300R. De acordo com a Honda, a moto chega às lojas ainda em janeiro. Além de receber o motor que roda com gasolina e álcool, o modelo passou por um sutil facelift. A principal mudança foi a inserção de novos defletores laterais, que ficaram parecidos com os da CB 1000R.
Modelo posa ao lado da Honda CB 500F (Foto: Rafael Miotto / G1)
Honda CB 500F
Principal lançamento mundial do ano, a linha CB 500 revive um nome de sucesso no passado da marca. O modelo base, que dá origem a outros dois, é a CB 500F, com características de uma naked é a mais similar à CB 500 da década de 1990, que fez muitos fãs no Brasil. Feita para ser uma moto barata na Europa, é a que tem mais chances de vir ao país. Ela possui motor de dois cilindros de 48 cavalos de potência e 4,38 kgfm de torque.
Honda CB 500X (Foto: Rafael Miotto/G1)
Honda CB 500X
Com a mesma base da CB 500F, a CB 500X é uma versão da moto “vestida” de aventureira. Com suspensões de curso maior que a da naked, a X tem características similares a NC 700X, que já é vendida no Brasil. Sua posição de pilotagem é mais confortável tanque leva até 17,3 litros de combustível, mostrando suas aptidões para longas viagens.
Honda CBR 500 R (Foto: Rafael Miotto/G1)
Honda CBR 500R
Também utilizando o conjunto mecânico da CB 500F, a CBR 500R já mostra pelo seu nome ter uma pegada mais “racing”. Recebendo uma carenagem integral, ela tem como objetivo ser uma esportiva acessível da fabricante japonesa. Dentro da linha da Honda, ela está posicionada entre a CBR 250R e a CBR 600F. Assim como CB 500F e CB 500X, a R ainda não está confirmada para o Brasil.
Honda CBR 600RR (Foto: Rafael Miotto/G1)
Honda CBR 600 RR
Uma das novidades da marca no Salão de Milão 2012, a CBR 600 RR foi remodelada e deve naturalmente substituir a atual versão vendida por aqui, apesar de a Honda ainda não ter confirmado data.
Fugindo do visual empregado na CBR 1000 RR, a 600 recebeu alterações na estética, que possui estilo retrô. Segundo a empresa, a injeção eletrônica foi reprogramada, trazendo mais linearidade ao conjunto.
Honda CRF 110F (Foto: Divulgação)
Honda CRF 110F
Destinada para crianças de 8 a 11 anos, a CRF 110F estará disponível para venda no Brasil a partir de fevereiro de 2013, ainda sem preço definido. O modelo é opção para lazer off-road de pequenos motociclistas. Com sua chegada, a CRF 110F torna-se o degrau posterior àqueles que se iniciaram com a CRF 50F.
Honda CRF 250L (Foto: Divulgação)
Honda CRF 250L
Utilizando como base o mesmo motor da CBR 250R, a trail CRF 250L há estava na lista do G1 de motos esperadas para 2012, após a Honda confirmar a vinda, no Salão do Japão 2011, mas o modelo só vai chegar ao Brasil em fevereiro deste ano.
Em princípio, a motocicleta de chegará ao país importada, como também ocorre com a esportiva. A proposta da CRF é ser uma moto de uso misto, tanto para o asfalto como para a terra. No entanto, suas aptidões off-road são superiores às da XRE 300, sendo similares a antiga Tornado.
Honda PCX 150 (Foto: Rafael Miotto/G1)
Honda PCX 150
Com motor monocilíndrico de 153 cilindradas, o scooter PCX 150 será lançado no Brasil em abril, informa a Honda. Ele será produzido em Manaus e conta com sistema “start/stop”, que desliga automaticamente o motor ao parar o veículo, num semáforo, por exemplo, e liga novamente ao girar o acelerador. O dispositivo era inédito, até então, no país, para motos. Segundo a marca, mesmo com a chegada deste novo modelo, o Lead 110 será mantido em linha.
Honda XRE 300 flex (Foto: Divulgação)
Honda XRE 300 flex
Além da CB 300R, outra Honda a ganhar sistema bicombustível será a XRE 300. Prevista para estrear no Brasil ainda em janeiro, ela sofreu leves alterações no visual, sobretudo no desenho das carenagens laterais do tanque. A XRE 300 flex será a primeira de sua categoria, de motos com motor 250/300 on/off-road, a poder rodar com etanol e gasolina.

HUSQVARNA

Nuda 900R tem características mais esportivas que a 900 (Foto: Divulgação)
Nuda 900
Após anunciar o retorno da Husqvarna ao Brasil para este ano, a BMW, dona da marca, mantém segredo sobre os modelos que comercializará no país. A empresa anunciou apenas duas motos off-road, mas a grande expectativa fica por conta de modelos de rua, como a Nuda 900. Este modelo tem como base a BMW F 800R e seu motor gera 105 cavalos.

Husqvarna TR 650 Strada (Foto: Divulgação)
Husqvarna TR 650 Strada
Outro modelo que pode desembarcar no Brasil, e também faz uso da base de uma moto BMW, é a TR 650 Strada. A motocicleta, apresentada em 2012, tem o conjunto da G 650 GS, mas com visual típico da Husqvarna. O motor é um monocilíndrico de 58 cv a 7.250 rpm e 6,11 kgfm de torque máximo.

Husqvarna TR 650 Terra (Foto: Divulgação)
Husqvarna TR 650 Terra
Versão com características mais off-road da TR 650 Strada, a Terra é mais similar à G 650 GS Sertao. Também levando a mesma base de motorização, o modelo conta com rodas raiadas; a dianteira tem 21 polegadas de diâmetro, ressaltando seu aspecto de fora de estrada.

Husqvarna TE 310R (Foto: Divulgação)
Husqvarna TE 310R
Apesar de nos últimos anos a Husqvarna ter investido em modelos para rua, a empresa de origem sueca, que tem sua sede atual na Itália, é conhecida por seus modelos de competição e lazer off-road. Para 2013, está confirmada para o Brasil a chegada da TE 310R, moto destinada à prática de enduro. Também será lançada a TE 447.


KAWASAKI
Kawasaki Z800 (Foto: Divulgação)
Z800
Revelada no Salão de Colônia 2012, a Z800 é a evolução da Z750, naked que atualmente é vendida no Brasil. A promoção feita pela Kawasaki no Brasil para a 750, que agora parte de R$ 29.990, indica que a nova geração deve chegar em breve. Além de novo visual, a Z800 tem novo motor de 806 cilindradas que rende 113 cavalos de potência.
Kawasaki Ninja ZX-6R 636 (Foto: Divulgação)
ZX-6R 636
Outra atualização esperada para o Brasil é a da esportiva ZX-6R. Contando agora com motor de 636 cilindradas, a moto alcança 131 cavalos de potência máxima - antes eram 128. Seu visual foi renovado e entre as novidades técnicas está o controle de tração, que evita a derrapagem da roda traseira em acelerações.

KTM
ktm 200 duke (Foto: Divulgação)
200 Duke
Prometida para o Brasil em 2012, a KTM 200 Duke ainda não chegou ao país. Uma disputa jurídica entre a marca e seu representante no Brasil impede o início das vendas, e a operação está suspensa. Caso o problema seja resolvido, um dos produtos a chegar deverá ser a pequena naked, que tem motor de 26 cv.

MV AGUSTA
mv agusta brutale 675 (Foto: Divulgação)
Brutale 675
A Dafra, representante da MV Agusta no Brasil, confirmou que a Brutale 675 será uma novidade da empresa italiana para o país em 2013. Como os outros modelos da MV no Brasil, ela será montada pela Dafra em sua fábrica em Manaus.
A estreia mundial da naked foi em 2011 e ela é porta de entrada para a “família Brutale”, com motor de três cilindros e 675 cilindradas. Este propulsor gera 110 cv a 10.600 e 6,63 mkgf a 10.600 rpm.

SUZUKI
Suzuki Inazuma 250 (Foto: Divulgação)
Inazuma 250
Chamada de GW 250 na China, país onde é produzida, a Inazuma 250 tem tudo para pintar no Brasil em 2013. A Suzuki segue como única das grandes marcas no Brasil a ainda não apostar no segmento de 250 cilindradas. A Inazuma tem motor bicilíndrico de 249 cilindradas, com refrigeração líquida e injeção eletrônica. Ele rende 24,5 cavalos.

TRIUMPH
Triumph Daytona 675 (Foto: Rafael Miotto/G1)
Daytona 675
Além dos seis modelos lançados em 2012, no retorno da Triumph ao Brasil, a marca britânica confirmou para 2013 a chegada da nova geração da esportiva Daytona 675. A moto foi revelada no Salão de Milão 2012 e será montada na fábrica da empresa em Manaus. Chassi, visual e motor tricilíndrico foram renovados e a Daytona agora chega a 128 cavalos de potência.
Triumph Street Triple (Foto: Rafael Miotto/G1)
Street Triple
Outra novidade já anunciada pela Triumph para 2013 no Brasil é a Street Triple. Produto mais acessível, tanto em preço como em pilotagem, do que a Speed Triple, a Street Triple teve evolução apresentada no Salão de Colônia 2012. Com visual mais moderno, a moto ganhou novo chassi, mais leve, e teve melhorias dinâmicas e de motor.

YAMAHA
Modelo antigo da XJ6 (Foto: Divulgação)
XJ6 N
A Yamaha realizou sutis mudanças na XJ6 N no exterior e essa renovação deve chegar ao Brasil em 2013. Além de ganhar mais componentes negros no conjunto, a XJ6 teve as carenagens do farol dianteiro redesenhadas. Os piscas passam a ser transparentes, no lugar dos antigos amarelos.